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NOTÍCIAS

Turmas do Ensino Médio aprendem eletrônica na prática

Os professores de Matemática, Mateus Bibiano Francisco e Vicente Carlos Martins, trabalharam o tema resistência elétrica durante aula para os alunos da 2ª série do Ensino Médio do Curso G9. A atividade prática utilizou o material “Introdução à Eletrônica”, da Zoom Education for Live, parceira do colégio desde 2011.

 

“Atividades como essa atraem a atenção dos alunos porque eles colocam, literalmente, a mão na massa: cada um tem o seu kit e pode ir realizando as tarefas à medida que trabalhamos os conceitos teóricos”, explica o professor Mateus Francisco.

 

Ele lembra que os interessados no tema podem se aprofundar nas pesquisas no itinerário “Isto é Matemática e Laboratório Steam II”, que acontecem semanalmente. Os itinerários formativos, previstos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), foram implantados pelo Curso G9 no início deste ano.

 

Durante a aula prática, as turmas M21 e M22 puderam conhecer o conceito de resistor elétrico e sua aplicação em um circuito elétrico; aplicar o conceito de resistência elétrica em situações reais em um circuito elétrico; e entender na prática uma associação em paralelo de componentes em um circuito elétrico.

 

 

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02 de setembro de 2021

Turmas do Ensino Médio aprendem eletrônica na prática

Ivan Vilela conversa com alunos do Ensino Médio sobre mineiridades

O compositor, arranjador, pesquisador, professor universitário e violeiro brasileiro, Ivan Vilela, conversou com os alunos da 2ª série do Ensino Médio – Turma M22, dentro do projeto de pesquisa para a Feira do Conhecimento 2021. O encontro, pela plataforma Meet, aconteceu em 10 de junho.

 

O tema geral da Feira é “300 anos de mineiridade – os sonhos não envelhecem”. Já o subtema da Turma M22 é “Linda Juventude: os múltiplos rostos do jovem mineiro”.

 

A ideia do convite a Ivan Vilela surgiu porque as equipes estão pesquisando o modo de viver , os costumes, os gostos e as influências musicais dos jovens, em todas as regiões de Minas. Além disso, a sala tem observado a influência do Clube da Esquina em grandes compositores e intérpretes mineiros da atualidade.

 

O trabalho tem a orientação dos professores Carlos Lescura, João Sita e Regiane Ramos.

 

 

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12 de junho de 2021

Ivan Vilela conversa com alunos do Ensino Médio sobre mineiridades

Alunos conquistam dez medalhas na Canguru de Matemática

Alunos do Curso G9 conquistaram dez medalhas na edição 2021 da olimpíada Canguru de Matemática Brasil, realizada em março passado. O resultado foi divulgado nesta segunda-feira, 17 de maio. Do total de medalhas, três são de ouro, três de prata, três de bronze e uma Honra ao Mérito.

 

A Canguru de Matemática reuniu, de forma online, estudantes matriculados regularmente desde o 3º ano do Ensino Fundamental até a 3ª série do Ensino Médio. O colégio teve a participação de 78 alunos nesta edição. No ano passado, o Curso G9 conquistou três medalhas na competição.

 

O Curso G9 incentiva os alunos a participarem nas mais variadas olimpíadas do conhecimento porque essas provas ajudam a desenvolver a disciplina, o foco nos estudos e são um ótimo treinamento para os vestibulares. Várias universidades já adotam as notas de olimpíadas como opção aos vestibulares, como Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e Unifei (Universidade Federal de Itajubá).

 

SENSIBILIZAÇÃO

Em 11 de maio, os ex-alunos Luíza Gonçalves (UFMG), Pedro Henrique Mouallem (Unifei) e Renan Barbosa Silva (Unifei) conversaram com os alunos do 6º ao 9º anos do Ensino Fundamental II sobre a importância de participar das olimpíadas do conhecimento.

 

Em comum, todos foram medalhistas em olimpíadas do conhecimento: Luíza Gonçalves e Renan Barbosa foram premiados em várias edições da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA); e Pedro Henrique, conquistou medalha na ONC (Olimpíada Nacional de Ciências).

 

Aliás, Renan Barbosa Silva, medalha de ouro na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) 2020, foi o primeiro do colégio a entrar na Unifei (Universidade Federal de Itajubá) dessa forma.

 

Os alunos interessados em participar das demais olimpíadas que irão acontecer ainda este ano, como OBA e OBMEP, devem procurar os professores Mateus Francisco ou Vicente Carlos Martins ou a coordenação pedagógica do segmento.

 

CANGURU BRASIL

Com origem na França, essa olimpíada do conhecimento é administrada globalmente pela Associação Canguru sem Fronteiras (Association Kangourou sans Frontières – AKSF). O concurso, que é o maior do gênero no mundo, reúne em média 6 milhões de participantes por ano, de ao menos 75 países.

 

O concurso é dividido em seis níveis: nível P (Pre Ecolier) – alunos do 3º e 4º anos do EFI; nível E (Ecolier) – alunos do 5º e 6º anos do EFI e EFII, respectivamente; nível B (Benjamin) – alunos do 7º e 8º anos do EFII; nível C (Cadet) – alunos do 9º ano do EFII; nível J (Junior) – alunos da 1ª e 2ª séries do EM; e nível S (Student) – alunos da 3ª série do EM.

 

Confira os alunos medalhistas do Curso G9:

 

OURO

Maria Luísa Ribeiro e Silva – 8° AnoJoão Pedro Tilmann de Souza – 1ª SériePedro Féris Renno El Alam – 1ª Série

 

PRATA

Marcos Renato Gonçalves Dias – 8° AnoThalita Guimarães Pedrosa – 6° AnoLetícia Ribeiro Guedes – 8° Ano

 

BRONZE

Matheus Dourado de Campos Lima – 9° AnoPedro Ferreira Cardozo – 8° AnoLivia Castilho Pereira – 2ª Série

 

HONRA AO MÉRITO

Rafael Monti Benac – 3ª Série

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17 de maio de 2021

Alunos conquistam dez medalhas na Canguru de Matemática

Ensino Médio adota Itinerários Formativos da BNCC

O Ensino Médio do Curso G9 adotou, a partir do ano letivo de 2021, os Itinerários Formativos, previstos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Eles contemplam as áreas de Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Humanas. Também há o Projeto de Vida, trabalhado nos encontros dos itinerários na medida em que é oportunizada a reflexão sobre o projeto de vida de cada aluno.

 

Na prática, os Itinerários Formativos são uma das grandes mudanças propostas pela reforma do Ensino Médio (Lei nº 13.415/2017). Formam um conjunto de disciplinas, projetos, oficinas, núcleos de estudo, dentre outros formatos de situação de trabalho que os alunos escolherão fazer. A lei exige que os itinerários sejam voltados ao empreendedorismo, à investigação científica e à mediação e intervenção sociocultural.

 

“O Curso G9, sempre atento às necessidades e mudanças do mundo e cumpridor da legislação educacional, desenvolveu projetos piloto de itinerários durante um ano e meio. Em 2021, implantou os itinerários em seu formato legal, definidos a partir do diagnóstico das demandas dos jovens de nossa escola”, explica a coordenadora pedagógica do Ensino Médio e do Pré-vestibular, professora Marcia Gil de Souza.

 

PROTAGONISMO JUVENIL

De acordo com Marcia Gil, o objetivo dos Itinerários Formativos é oferecer aos estudantes uma formação à parte do núcleo comum de disciplinas obrigatórias (Linguagens e Matemática). O aluno escolherá, dentre os itinerários oferecidos pela escola (veja abaixo), aqueles que se encaixam em suas preferências e intenções de carreira.

 

“Acredito que, assim, o Ensino Médio será mais atrativo do que aquele que sempre preparou o aluno para ‘passar no vestibular’, com aprofundamento excessivo em todos as áreas do conhecimento, sem respeitar as preferências dos jovens”, destaca. “No formato do itinerário, o Ensino Médio pretende atender às necessidades e expectativas dos alunos, fortalecendo o protagonismo juvenil na medida em que possibilita-lhes escolher os itinerários formativos nos quais desejam aprofundar os conhecimentos”, completa.

 

Para ela, “a experiência tem sido motivadora” para a instituição e para os alunos. “Vamos vivenciar, acompanhar, avaliar e ajustar os itinerários na medida em que se fizer necessário, para que os jovens possam utilizá-los como mola propulsora para seu projeto de vida, fazendo escolhas de maneira mais consciente”, finaliza.

 

Abaixo, os itinerários oferecidos pela escola.

 

LINGUAGENS

Argumentação e Pensamento Crítico I (1ª série) | Professor João Eduardo SitaArgumentação e Pensamento Crítico II (2ª série) | Professor João Eduardo SitaEspanhol I (1ª série) | Professora Eloíza MontanariEspanhol II (2ª série) | Professora Eloíza MontanariPesquisa Científica Interdisciplinar em Projetos (1ª e 2ª série) | Professores Anabel Faria Floriano, Marília Gil, Erikson Luz e João Sita

 

MATEMÁTICA

Isto é Matemática e Laboratório Steam I (1ª série) | Professores Francisca Batista, Mateus Bibiano Francisco e Vicente Carlos MartinsIsto é Matemática e Laboratório Steam II (2ª série) | Professores Mateus Bibiano Francisco e Vicente Carlos Martins

 

CIÊNCIAS DA NATUREZA

Tópicos especiais de Química I (1ª série) | Professor Glauber LuzTópicos especiais de Química II (2ª série) | Professor Edson GonçalvesTópicos especiais de Biologia I (1ª série) | Professor Melina PasiniTópicos especiais de Biologia II (2ª série) | Professor Camila AparecidaTópicos especiais de Física I (1ª série) | Professor Kléber LuizTópicos especiais de Física II (2ª série) | Professor Kléber Luiz

 

CIÊNCIAS HUMANAS

Empreendedorismo social e intervenção sociocultural I (1ª e 2ª série) | Professor Erikson LuzRelações internacionais I (1ª e 2ª série) | Professora Marília Gil

 

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24 de março de 2021

Ensino Médio adota Itinerários Formativos da BNCC

35 alunos estão na 2ª fase da Olimpíada Nacional de Ciências

O Curso G9 será representado por 35 alunos, do Ensino Médio e 9º anos do Ensino Fundamental II, na segunda fase da Olimpíada Nacional de Ciências (ONC). A prova será realizada, também de forma online, em 22 de janeiro de 2021. Participaram da primeira etapa em torno de dois milhões de estudantes do Brasil.

 

A ONC integra o Programa Ciência na Escola e é uma realização de cinco Sociedades Científicas: a SBF (Sociedade Brasileira de Física), a ABQ (Associação Brasileira de Química), o Instituto Butantan, a Sociedade Astronômica Brasileira e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

 

Na primeira fase, em agosto, os alunos responderam a 20 questões objetivas, envolvendo as disciplinas de química, física, biologia, história e astronomia. Os conteúdos são sempre referentes à série anterior a que o estudante está cursando.

 

OBA – MOBFOG

Alunos do Curso G9 conquistam 15 medalhas na 23ª edição da OBA. Do total, cinco medalhas de ouro, nove de prata e uma de bronze; O aluno Vinicius Moreira Campos também conquistou uma medalha de ouro na 14ª Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG).

 

CANGURU – ONHB

Em agosto, três alunos conquistam bronze na olimpíada Canguru de Matemática, que está em sua 11ª edição. O Curso G9 também foi, pela décima vez consecutiva, finalista da Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), promovida pela Unicamp.

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18 de dezembro de 2020

35 alunos estão na 2ª fase da Olimpíada Nacional de Ciências

Alunos do Curso G9 conquistam 15 medalhas na 23ª edição da OBA

Alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio do Curso G9 conquistaram cinco medalhas de ouro, nove de prata e uma de bronze na 23ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), edição realizada por meio de uma plataforma digital.

 

O aluno Vinicius Moreira Campos também conquistou uma medalha de ouro na 14ª Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG), olimpíada inteiramente experimental, que consiste em construir e lançar foguetes. Neste ano, em função do isolamento social, não houve lançamento presencial, uma simulação por meio de uma plataforma digital. Os resultados da OBA e da MOBGOG foram divulgados em 14 de dezembro.

 

Outra boa notícia para os medalhistas do Curso G9: Elisa de Lorenzi, Enzo Conti, João Pedro Bernardo, João Pedro Tilmann, Mariana Amorim, Renan Barbosa, Thiago Taets, Vinicius Ferreira, Vinicius Moreira e Vinícius Souza irão participar da pré-Seleção para as Olimpíadas Internacionais de Astronomia de 2021.

 

Os estudantes selecionados nos treinamentos, que serão realizados em 2021, irão compor as equipes brasileiras que participarão da IOAA (International Olympiad of Astronomy and Astrophysics), GeCAA (Global e-Competition of Astronomy and Astrophysics) e OLAA (Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica).

 

Em agosto, três alunos conquistam bronze na olimpíada Canguru de Matemática, que está em sua 11ª edição. O Curso G9 conquistou, pela décima vez consecutiva, vaga para a final da Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), promovida pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

 

EXPERIÊNCIA

“Participar da OBA é uma experiência incrível. Ela nos proporciona um aprendizado mais profundo sobre temas como física, matemática, astronomia básica e sua história”, disse o aluno Renan Barbosa, da 3ª série do Ensino Médio (Turma M32).

 

Para ele, ter conquistado ouro este ano, é fruto de uma longa dedicação e incentivo dos professores Mateus Bibiano Francisco e Vicente Carlos Martins. “Eles me estimulam, desde o Ensino Fundamental, a participar dessa olimpíada. Isso, com certeza, contribuiu para o meu crescimento a cada edição, tornando possível tal conquista”, completou.

 

“Assim como as demais olimpíadas, chegamos a mais um resultado sensacional na OBA, mantendo a trajetória de conquistas que temos imprimido ao longo dos anos. Apesar das adversidades do ano 2020, que obrigaram a desenvolver uma prova online, nosso alunos aceitaram o desafio e puderam aplicar o que foi aprendido em várias atividades com a temática de astronomia, sobretudo no Clube de Ciências, na qual a maioria dos medalhistas são assíduos”, explicou o professor Mateus Bibiano Francisco, um dos coordenadores do Clube de Ciências, ao lado do também professor de Matemática, Vicente Carlos Martins.

 

OBA – MOBFOG

A OBA e a MOBFOG são organizadas, em âmbito nacional, pela Sociedade Astronômica Brasileira e pela Agência Espacial Brasileira. A OBA conta com dez questões, com os mais variados temas sobre Astronomia e Astronáutica, avalia tanto o conhecimento teórico dos alunos quanto o raciocínio lógico para resolução de problemas. A olimpíada é dividida em quatro níveis – os três primeiros são para alunos do Ensino Fundamental e o quarto para os do Ensino Médio.

 

A Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG) é uma olimpíada inteiramente experimental, pois consiste em construir e lançar, obliquamente, foguetes, a partir de uma base de lançamento, o mais distante possível. Foguetes e bases de lançamentos devem ser construídos por alunos individualmente ou em equipes de até três componentes. Neste ano, também foi feita de forma remota.

 

Confira abaixo os alunos medalhistas:

 

MEDALHISTAS OBA – ENSINO MÉDIO

 

OURO

Renan Barbosa Silva: 3ª série (Turma M32)

 

PRATA

Enzo Serrano Conti: 3ª série (Turma M32)João Pedro Bernardo de Paula: 3ª série (Turma M31)Thiago Taets e Sales: 2ª série (Turma M21)Vinicius Ferreira dos Santos: 2ª série (Turma M21)Vinicius Moreira Campos: 3ª série (Turma M32)

 

BRONZE

Vinícius Souza dos Santos: 1ª série (Turma M12)

 

 

MEDALHISTAS OBA – ENSINO FUNDAMENTAL II

 

OURO

Elisa Valença de Lorenci: 9º ano (Turma F92)João Pedro Tilmann Souza: 9º ano (Turma F92)Mariana Amorim Santos: 9º ano (Turma F91)Pedro Ferreira Cardozo: 7º ano (Turma F71)

 

PRATA

Gustavo Taets e Sales: 9º ano (Turma F92)Ian Fernandes de Lima e Silva: 8º ano (Turma F82)Maria Júlia Monti Bustamante: 7º ano (Turma F71)Mariane Marques Marcondes: 7º ano (Turma F72)

 

MEDALHISTA – MBFO

 

OURO

Vinicius Moreira Campos: 1ª série (Turma M12)

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17 de dezembro de 2020

Alunos do Curso G9 conquistam 15 medalhas na 23ª edição da OBA

GDroid é campeã geral do Torneio Brasil de Robótica 2020

O Curso G9 é bicampeão do Torneio Brasil de Robótica (TBR) com o primeiro lugar geral da Etapa Nacional 2020 conquistada pela equipe GDroid. O anúncio foi feito neste sábado, 12 de dezembro, por meio de transmissão da organização do evento pelo YouTube. Em 2019, a grande vencedora foi a Equipe GTEeN que, neste ano, venceu na Categoria Tecnologia & Engenharia.

 

Destaques individuais para os atletas robóticos Luiza Gonçalves e Pedro Henrique Gonçalves Mouallem, ambos da 3ª série do Ensino Médio, que foram agraciados com bolsa de estudo do Centro Universitário ENIAC. No total, a organização do evento destinou seis bolsas de estudo aos participantes que se destacaram durante a competição.

 

“Apesar das dificuldades decorrentes da pandemia, conquistar o bicampeonato para o Curso G9 revela que estamos no caminho certo e que as incontáveis horas de dedicação valeram a pena”, disse o professor de Matemática e um dos mentores da equipe, Mateus Francisco.

 

Tradição em Robótica

Para Vicente Carlos Martins, o mentor mais antigo das equipes de robótica do Curso G9, a trajetória vitoriosa da GDroid, que tem apenas três anos de existência, vem coroar o trabalho que é desenvolvido pelo colégio. “Há mais de dez anos, o Curso G9 investe em robótica e na criação de equipes competitivas”, destacou.

 

“A GTEeN é a mais longeva participante do TBR e a que obteve o maior número de premiações nesses dez anos. Agora em 2020 conquistou o 1º. lugar no difícil quesito ‘Tecnologia e Engenharia’, que é o projeto, a montagem e a programação do robô”, disse Vicente Martins.

 

A GTEeN e GDroid chegaram à etapa nacional depois de vencerem a Etapa Regional Mineira. A GTEeN conquistou a Categoria Middle 2, para alunos de 12 a 15 anos, e a GDroid venceu a Categoria High, para alunos de 15 a 19 anos.

 

Recompensa

“Foi muito gratificante poder continuar desenvolvendo programações e usando o que aprendemos nos anos anteriores para explorar o nosso robô, ainda que de maneira virtual; ver um prêmio nacional nos recompensando por todo esse esforço nos motiva a continuar ousando e criando cada vez mais em robótica”, disse João Pedro Tilmann de Souza, aluno do 9º ano do Ensino Fundamental II (Turma F92), da equipe GTEeN.

 

Para Luíza Gonçalves, é muito gratificante receber a bolsa de estudos do Centro Universitário ENIAC, “pois ela representa mais um reconhecimento dos nossos esforços nos trabalhos para o Torneio Brasil de Robótica”. A bolsa é fruto de todo empenho e dedicação da equipe. Fico mais feliz ainda de recebê-la junto com o Pedro, que participa da GDroid desde a sua formação”, disse.

 

“Estava em um momento de muita celebração com a conquista do primeiro lugar no TBR quando a organização do evento anunciou os contemplados com as bolsas. Foi mais um motivo de comemoração, principalmente para mim e minha colega de robótica Luiza, que me convidou para participar da equipe. Foi nosso último campeonato e nos despedimos, muito gratos e felizes, vendo que a equipe cresceu e já faz história”, completou.

 

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16 de dezembro de 2020

GDroid é campeã geral do Torneio Brasil de Robótica 2020

Grupo de Teatro do Curso G9 lança curta com mensagem natalina

O Grupo de Teatro e Dança do Curso G9 proporcionou, aos alunos do 5º ano do Ensino Fundamental I ao Pré-vestibular, momentos de descontração e recarga das energias para a reta final das atividades letivas com a apresentação do curta-metragem “Talvez Ele seja o Messias”.

 

O filme, uma adaptação da obra de Max Lucado, marcou o encerramento do trabalho do grupo em 2020. “Nosso objetivo foi proporcionar um instante de leveza e de reflexão aos alunos, com uma mensagem sobre empatia e amor”, explicou o professor de Teatro e Dança, Luan Fernandes.

 

“Todo o grupo deseja que a mensagem central do curta encontre corações férteis para ela brotar e dar frutos, afinal de contas, o amor ao próximo e o não julgamento das pessoas ão condições necessárias para a nossa vida, não somente no Natal”, destacou.

 

Luan Fernandes lembrou que o Grupo de Teatro e Dança, como as demais atividades letivas do Curso G9, foram adaptadas para as plataformas virtuais desde a suspensão das aulas presenciais, em março. Isso foi necessário diante do necessário isolamento social por causa da Covid-19.

 

Ele conta que foram muitos os desafios que o grupo enfrentou porque as gravações não poderiam ser presenciais. “Vale frisar que cenas nas quais aparecem mais de uma pessoa, são familiares e estão convivendo no mesmo espaço desde o início do isolamento”, ressaltou.

 

Em setembro, alunos da Oficina de Teatro tiveram a oportunidade de apresentar a comédia “Não Toque”, também às turmas do Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Pré-vestibular. Confira aqui os vídeos produzidos pela trupe neste ano.

  

EXPERIÊNCIA MARCANTE

“Para mim, participar desse curta-metragem foi uma experiência ótima. No total, foram mais de cinco horas de gravação, mas foi gratificante ver que todo o esforço resultou em um material incrível, e que serviu de ensinamento para várias pessoas”, disse a aluna Mariane Marques Marcondes, do 7º ano do Ensino Fundamental II (Turma F72). “Ficou tudo perfeito, todos os atores fizeram um ótimo trabalho. Espero que mais projetos assim estejam esperando por nós, no próximo ano”, completou.

 

Para Gabriele dos Santos Ribeiro, do 6º ano (Turma F61), mais uma vez “foi incrível participar do teatro”. “A parte de gravação das cenas, mesmo que sozinhos, sempre é a mais divertida. Simplesmente amei o resultado do curta-metragem. Quando o professor nos explicou não achei que fosse ficar tão bom e tão profissional”, disse.

 

Opinião semelhante tem Maria Júlia Monti Bustamante, do 7º ano (Turma F71). “Foi uma experiência maravilhosa. Admito que, no início, não achei que iria ficar tão bom quanto ficou, imaginei algo menor. Quando assisti, fiquei assustada com a qualidade do vídeo e como meus colegas foram bem”.

 

“Adorei participar desse curta, ainda que tenha demandado muito tempo, trabalho e dedicação; isso é o que nos faz ser melhores no que fazemos. A sensação de ver o resultado de tudo aquilo que fizemos e aprendemos é muito gratificante. O curta ficou muito bom, os editores, os atores, o Luan, a coordenação, todos, fizeram um ótimo trabalho. Continuaremos a nos esforçar para que os próximos trabalhos sejam ainda melhores que esse”, disse Yarah Dias da Silva Lucas, do 6º ano (Turma F62).

 

CRÉDITOS

Direção e Preparação de Elenco: Luan Fernandes. Elenco: Fabiano Júnior, Gabriele Ribeiro, Giovanna Totti, Inayá Ahau, Júlia Monti, Mariane Marques, Yarah Dias. Figuração: Ana Lívia Monti, André Totti e Rosimeire Oliveira. Edição: Produtora No Set. Direção de Fotografia: Luan Fernandes. Direção de Arte: Produtora No Set. Edição e Finalização: Alexandre Lopes. Produção: Curso G9. Trilha Sonora: Cold (Jorge Mendéz), Nuvole Bianche (Ludovico Einaudi) e More Than a Feeling (Midtown Stories). Texto: Max Lucado. Roteiro: Luan Fernandes

 

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04 de dezembro de 2020

Grupo de Teatro do Curso G9 lança curta com mensagem natalina

Vídeo de alunos são apresentados no Festival Ciência é Cultura

Vídeos produzidos por alunos do Curso G9 integram o Festival Ciência é Cultura, que será realizado, de forma remota, nos dias 5 e 6 de dezembro, com transmissão pelo Youtube. Eles participaram da Oficina Comciência na Arte, projeto contemplado com o Prêmio Funarte Descentrarte, realizado em parceria com Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA).

 

“A Oficina Comciência na Arte foi um projeto incrível. Nela, tivemos diversas aulas preparatórias com profissionais, durante o mês de outubro, para aprender sobre astronomia, audiovisual e divulgação científica por meio da arte”, explicam os alunos Bruno Martins Ribeiro, da 2ª série do Ensino Médio (Turma M21), Ana Lívia Santos Franqueira e Henrique Mateus Ferreira, ambos da Turma M22. Eles se uniram para fazer o vídeo proposto pela oficina.

 

Aos sábados, de acordo com o grupo, os participantes tiveram a oportunidade de aprimorar o conhecimento nos temas em aulas abertas ao público. “No final, desenvolvemos um curta-metragem a respeito de um tema de nossa escolha, em que decidimos falar sobre a cientista Vera Rubin, abordando a questão da participação feminina na ciência. Foi muito bom aprender tanto e poder falar de um tema tão significativo na atualidade”, completou.

 

Para o aluno Pedro Henrique Mouallem Gonçalves, da 3ª série (Turma M31), a oficina “proporcionou diversos momentos de aprendizado, compartilhamento de ideias, novas amizades e diversão”. “Com o tema centrado na astronomia e no universo e objetivando, ao final, a divulgação na forma de vídeo de tudo aquilo que se ventilou durante as reuniões, tivemos a oportunidade de trabalhar temas como edição de vídeo, obtenção de imagens, roteirização e áudio, com diferentes profissionais de inúmeras áreas do conhecimento”, destacou.

 

Também participou da oficina a aluna Inayá Ahau Tatamiya Medeiros, ambos da Turma M22.

 

CIÊNCIA É CULTURA

O festival é uma organização da Oficina Comciência na Arte, idealizada e coordenada por Natalia Amarinho e Julia Chacur. Os encontros aconteceram nos meses de outubro e novembro, com professores renomados de diversos campos do conhecimento. Foram no nove encontros, via plataforma Zoom.

 

O evento contará com a presença de artistas, cientistas e divulgadores científicos, como a multiartista Zaika dos Santos, o Núcleo Arte Ciência no Palco, o grupo de teatro Tocoferois, pesquisadores do Laboratório Nacional de Astrofísica e professores da Universidade Federal de Itajubá (Unifei) e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

 

A Mostra de Filmes do festival será realizada, em 6 de dezembro, das 18h às 20h. Clique aqui, ative o lembrete no canal do YouTube e curta a exibição dos filmes produzidos pelos alunos.

 

OFICINA COMCIÊNCIA

O festival é uma organização da Oficina Comciência na Arte que, nos meses de outubro e novembro, promoveu aulas com professores renomados de diversos campos do conhecimento. Foram no nove encontros, via plataforma Zoom

 

Como produto, os participantes realizaram um curta documentário sobre tema da astronomia. O propósito é inovar em técnicas e linguagens para produzir um filme que consiga se conectar com o público. Para tal, serão mobilizados conhecimentos de roteiro, storytelling, edição de som e montagem de vídeo. Dentre os professores colaboradores, estão cientistas, divulgadores da ciência, cineastas, jornalistas e professores.

 

 

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02 de dezembro de 2020

Vídeo de alunos são apresentados no Festival Ciência é Cultura

Curso G9 conquista 3 títulos no Mineiro de Xadrez Escolar

Atletas do Curso G9 conquistaram dois títulos no Circuito Mineiro de Xadrez Escolar 2020, competição oficial da Federação Mineira de Xadrez (FMX). São eles: André Bernardo Britto, do 3º ano do Ensino Fundamental I, campeão da Categoria A; e Pedro Arango, da 2ª série do Ensino Médio, campeão da Categoria D.

 

O Curso G9 conquistou ainda o título de Melhor Escola da competição, que reuniu em torno de 500 alunos, de 70 escolas do Estado. A última e decisiva etapa aconteceu nos dias 28 e 29 de novembro. Todas as seis fases aconteceram de forma remota, com organização da Genius – Academia de Xadrez, de Itajubá. André Brito é mestre nacional pela Confederação Brasileira de Xadrez.

 

“Foram longos meses de muita disputa e de belas partidas para que finalmente conhecêssemos os campeões mineiros escolares de 2020. Os nossos atletas estão de parabéns pelo desempenho na competição, mostraram garra e dedicação, ainda mais neste ano atípico, com partidas online”, destacou o professor de Xadrez do Curso G9, Antônio Martins.

 

A entrega simbólica dos troféus e certificados será realizada neste sábado, 05 de dezembro, durante transmissão ao vivo pelo YouTube, que contará com a participação especial do Grande Mestre (GM) Krikor Sevag Mekhitarian. Para acompanhar o evento, basta acessar o link https://youtu.be/gu-Vosdl0vo

 

Circuito Mineiro

O Circuito foi disputado em cinco categorias: Melhor Escola: definida pela pontuação de seus respectivos alunos em cada uma das outras quatro categorias; Categoria A: disputada entre os alunos da Educação Infantil e 1º, 2º e 3º anos do Ensino Fundamental; Categoria B: envolveu os alunos do 4º, 5º e 6º anos do Ensino Fundamental; Categoria C: disputada entre os alunos do 7º, 8º e 9º anos do Ensino Fundamental; Categoria D: que reuniu alunos da 1ª, 2ª e 3ª séries do Ensino Médio.

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30 de novembro de 2020

Curso G9 conquista 3 títulos no Mineiro de Xadrez Escolar

Ensino Médio cria áudio série sobre livro “Quarto de Despejo”

Alunos da 2ª série do Ensino Médio do Curso G9 deram voz à narrativa, crua e demasiadamente humana, do livro “Quarto de Despejo”, de Carolina Maria de Jesus, por meio de uma áudio série que pode ser acessada pelas plataformas digitais Spotify e Anchor.

 

A atividade é fruto do trabalho interdisciplinar da área de Linguagens, que envolve as disciplinas de Arte (Anabel Faria), Redação (João Sita), Espanhol (Eloiza Nunes Montanari), Inglês (Patrícia Magalhães), Literatura (Regiane Ramos) e Oficina de Teatro e Dança (Luan Fernandes).

 

A obra conta a história de uma catadora de materiais recicláveis que viveu na favela do Canindé, localizada na capital paulista. O livro é formado por 20 diários escritos pela autora entre os anos de 1955 e 1960 e expõe, de maneira crua e real, a desigualdade social que ainda perdura no Brasil.

 

PROCESSO CRIATIVO

“Começamos o trabalho logo no início do ano letivo, mas a suspensão das aulas presenciais fez com que o grupo reavaliasse o projeto e o adaptasse à nova realidade virtual”, explicou o professor de Teatro e Dança, Luan Fernandes. “Foi um grande desafio porque tivemos que reestruturar o roteiro teatral, que seria feito presencialmente, em forma de roteiro cinematográfico. Conversamos muito com os alunos sobre a estruturação básica por meio de modelo e explicações e, como sempre, eles surpreenderam a todos, tamanho profissionalismo e excelência do trabalho realizado”, completou.

 

De acordo com Luan Fernandes, a ideia original era realizar uma peça teatral a partir do livro de Carolina de Jesus. Com a pandemia, o grupo de professores se reuniu e decidiu pela criação da áudio série e de e-book. Para viabilizar o projeto, contaram com o apoio de Hernani Camargo, do Laboratório de Tecnologia da Informação (LTI) do Curso G9.

 

Foi Hernani Camargo quem apresentou ao grupo o aplicativo Anchor que, ao postar nele, automaticamente os áudios seriam encaminhamos para as maiores plataformas como: Spotify, Google Podcasts, Deezer, Breaker e Radio Public.

 

TRABALHO INOVADOR

Para a aluna Lethicia Monteiro, da 2ª série (Turma M22), a áudio série foi “um trabalho inovador e que exigiu muita criatividade” de todos os envolvidos no projeto. “Foi o caminho que tivemos para adaptar o teatro em tempos de pandemia. Para mim, foi muito interessante aprender a elaborar um roteiro, trabalhar com editores de áudio e coordenar o elenco. No final, mesmo com o estresse de ter um prazo muito curto para entregar o projeto, foi uma experiência incrível e que resultou em trabalhos magníficos, dos quais podemos nos orgulhar”, ressaltou.

 

“Adorei fazer parte do projeto. Tenho muita vontade de trabalhar com comunicação, então, desde a produção do roteiro até a finalização das edições, foi uma experiência incrível. Consegui aprender sobre edição e roteiro cinematográfico, que tinha muita curiosidade de saber como era. Pensar nas vozes e escolher o elenco, com certeza, foi a parte mais divertida”, disse Ana Lívia Santos Franqueira, da Turma M22

 

Clara Duarte, também aluna da Turma M22, disse que a experiência de fazer a áudio série “foi bem cansativa, mas nos fez aprender a trabalhar com vários aplicativos que foram necessários para transformar e editar áudios, resultando em um trabalho bem legal e diferente”.

 

Para ouvir a áudio série no Spotify, clique aqui.

 

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25 de novembro de 2020

Ensino Médio cria áudio série sobre livro “Quarto de Despejo”

Investimento é tema de encontro da Oficina de Educação Financeira

Uma palestra sobre investimentos marcou o encerramento das atividades da Oficina de Educação Financeira do Curso G9, no ano letivo 2020. O convidado para o bate-papo virtual com os alunos foi o professor André Luiz Medeiros, que integra o Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Educação Financeira da Universidade Federal de Itajubá (Unifei).

 

“É um tema complexo, que exige muito estudo. Qualquer pessoa pode fazer investimentos, mas precisa de um apoio profissional: o mercado não é para amadores”, explicou o professor. “Fico muito feliz e animado ao saber que vocês, ainda tão jovens, comecem a se preocupar com isso”, completou o professor.

 

Em fevereiro, momentos antes da suspensão das aulas, André Medeiros abordou o tema Educação Financeira.

 

A oficina, formada por alunos das turmas das 1ª e 2ª séries do Ensino Médio, tem a coordenação da professora de Matemática, Francisca Inácia do Amaral Batista. “Esse encontro de final de oficina foi esperado com muita ansiedade pelos alunos, que puderam tirar suas dúvidas e aprender sobre investimentos”, disse.

 

AÇÕES SOLIDÁRIAS

Um dos objetivos práticos da Oficina é servir de apoio à administração financeira da Oficina G9 Social, que promove ações de captação de recursos para auxílio a pessoas em vulnerabilidade social. Nessa perspectiva, a professora Francisca avaliou a caminhada dos alunos da oficina: “foi um grande aprendizado que, em 2021, será aplicado na administração dos recursos captados pelo do G9 Social ou por oficinas que se proponham ao desenvolvimento do empreendedorismo”.

 

Durante o encontro, que aconteceu por meio de uma plataforma do Google for Education, em 19 de novembro, André Medeiros, ao ser indagado sobre como aplicar os recursos captados pelos alunos para ações solidárias, abordou sobre as várias formas de se investir recursos, desde os mais conservadores (como poupança) aos mais arriscados (ações). “Para isso, é preciso planejamento para gastar menos do que se recebe; isso vale para a vida de cada um de vocês ou para qualquer empreendimento”, disse.

 

Questionado, André Medeiros sugeriu aos alunos a abertura de uma conta corrente especial, sem pagamento de taxas, em uma cooperativa de crédito, para aplicação dos recursos financeiros obtidos para ações solidárias. “É possível, dada à finalidade da conta, só é preciso conversar com os gestores da cooperativa”, destacou.

 

APRENDIZAGEM

“A palestra valeu a pena. Conversamos bastante e tiramos todas as nossas dúvidas sobre a importância do planejamento financeiro e precauções para que, no futuro, possamos poupar e investir com mais segurança e conhecimento”, disse a aluna Ana Beatriz Gonçalves, da 1ª série (Turma M11).

 

Para Lívia Castilho Pereira, da 1ª série (Turma M12), o trabalho feito pela professora Francisca Batista, durante o ano, “foi de grande mudança na minha formação, não só como estudante, mas principalmente, como pessoa. Finanças e empreendimento sempre foram assuntos novos para mim”, destacou.

 

“A palestra complementou todo o estudo feito: poder ter a oportunidade de conversar com um especialista da área foi, sem dúvida, uma experiência única. Agradeço muito ao professor André Medeiros por, além de tirar dúvidas teóricas sobre o assunto, ter nos dado conselhos que levaremos para nossa vida”, completou.

 

O aluno Thiago Taets E. Sales (Turma M21) disse que o encontro foi “o combustível que precisávamos para trazermos um sonho para a realidade: o mundo dos investimentos sendo explorado por nós, simples jovens. Dúvidas, teorias, práticas e viagens, tudo isso e um pouco mais nos foi explicado de modo a compreendermos que esta já é uma realidade em nossa vida como estudantes”.

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23 de novembro de 2020

Investimento é tema de encontro da Oficina de Educação Financeira

Reunião com alunos mostra facilidades com a Geekie One

Novos desafios e oportunidades aos alunos do Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Pré-vestibular. A partir de 2021, o principal material utilizado pelos segmentos será o Geekie One, plataforma digital da empresa Geekie, parceira do Curso G9. A novidade foi tema de encontros virtuais, no início de novembro, com o consultor Acainã Azevedo, responsável pela implantação da plataforma no colégio.

 

“A plataforma veio somar ao nosso projeto pedagógico e facilitar o nosso trabalho. Na prática, professores e alunos assumem o protagonismo no processo de aprendizagem, graças ao dinamismo que ela proporciona”, explicou o diretor de Planejamento do Curso G9, professor Giovanni Henrique Faria Floriano.

 

De acordo com o diretor, esses encontros foram importantes para mostrar aos alunos as vantagens e facilidades da Geekie One. A plataforma foi adotada este ano desde a suspensão das aulas presenciais, em março. Também estão sendo realizadas reuniões com os pais de cada segmento para falar sobre as mudanças que virão no ano letivo de 2021.

 

Durante os encontros virtuais, realizados por uma das ferramentas da Google for Education, os alunos se mostram satisfeitos com a Geekie One. “A forma como o conteúdo é apresentado na plataforma é perfeito porque permite compreender a matéria sem ter que ler muitas”, disse Mariana Bressan Pizarro, aluna da 2ª série (Turma M21). “Gostei muito da plataforma porque consegui concentrar meus estudos: exercícios, fórmulas e tarefas tudo num lugar só”, completou Vinicius Ferreira dos Santos, da Turma M22.

 

A plataforma também foi apresentada aos alunos do 5º ano do Ensino Fundamental I que, no próximo ano, estarão no 6º ano do Ensino Fundamental II – que adotará o material da Geekie One. Os alunos do Fundamental II também usarão os materiais da Oxford University Press (Inglês) e da Moderna (Espanhol).

 

GEEKIE ONE

O material da Geekie One reúne mais de 2.500 capítulos centrais ao dia a dia da escola, que podem ser trabalhados de acordo com o planejamento feito pelo professor. Aliado das aulas, em formato mais dinâmico e interativo, o universo digital amplia as possibilidades de aprendizagem por meio de vídeos, imagens, links e animações, além de permitir atualizações e customizações que aproximam o conteúdo da realidade da classe.

 

O acesso à plataforma pode ser feito por dispositivos móveis, mas o Curso G9 irá disponibilizar Chromebook a todos os alunos e professores. “Os Chromebook, outra importante ferramenta para o ensino, serão entregues aos alunos em forma de comodato”, destacou Giovanni Floriano.

 

 

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20 de novembro de 2020

Reunião com alunos mostra facilidades com a Geekie One

Combate à fome no mundo é tema de trabalho no Ensino Médio

A preocupação com o figurino foi apenas um detalhe na apresentação dos trabalhos dos alunos da 1ª série do Ensino Médio do Curso G9, que simularam uma reunião da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura). O tema, desenvolvido desde o início do ano letivo, foi “Estratégias de Combate à Fome no Mundo”.

 

“O resultado foi incrível, com propostas que poderiam ser programas de governos em qualquer parte do mundo”, disse professora de Geografia e Geopolítica do Curso G9, Marília Gil de Souza, organizadora do tradicional trabalho na área de Humanas. “Os alunos se envolvem, participam e se preocupam em se apresentar adequadamente nesse fórum de discussão”, completou.

 

Para ela, o mais importante do processo “é perceber, nos alunos, transformações pessoais que influenciam, muitas vezes, na postura e visão de mundo, além da consciência da responsabilidade de cada um no meio em que vive, desenvolvendo seu senso crítico e vivenciando os mesmos desafios enfrentados pelas delegações nas reuniões ministeriais da FAO”, explicou.

 

Neste ano, o Prêmio Nobel da Paz foi concedido justamente ao Programa Mundial de Alimentos (PMA) da FAO/ONU, que tem sede em Roma. Para o comitê organizador, a pandemia da Covid-19 contribuiu para o “drástico recrudescimento” no número de vítimas da fome, que reconheceu a “impressionante capacidade” do programa em manter sua atividade também durante a emergência sanitária.

 

DINÂMICA

Marília Gil disse que trabalha, todos os anos com as turmas da 1ª série, um tema em que há a simulação de uma reunião de um órgão ou agência da ONU. No planejamento feito para o ano letivo 2020, a escolha foi para a FAO devido à importância desse órgão em liderar os esforços internacionais de erradicação da fome e da insegurança alimentar, sempre visando projetos sustentáveis.

 

O objetivo da simulação é instigar os alunos a debaterem, argumentarem sobre o tema proposto, uma vez que representam países, incorporam papéis de chefes de Estado, desde vestimentas, argumentos até posições de defesa nas negociações. Antes, passam por uma apresentação prévia para ajustes finais nos trabalhos, feitos em duplas de alunos.

 

Este ano, as turmas enfrentaram um desafio a mais: a simulação foi virtual, o que exigiu um pouco mais para a montagem da mesa de cada delegado, as conversas e busca de acordos e consensos, próprios de uma reunião real da FAO. Uma ferramenta disponibilizada dentro do Google Meet, ferramenta do Google for Education, permitiu a criação de subsalas para que os delegados pudessem negociar, fazer alianças e defender o projeto de seu país.

 

“É um excelente recurso, pois permitiu que os acompanhamentos fossem feitos navegando nas diferentes subsalas de negociações. E valeu a pena, pois as negociações, as discussões, a defesa dos projetos, foi de alta qualidade e de muita competência”, disse a professora.

 

Para a aluna Anna Luiza Abelha, da Turma M12, participar da simulação da FAO “foi muito divertido e desbravador”. “Por meio do trabalho aprendemos a ter compreensão sobre a opinião de outros países e a buscar uma proposta favorável a todos, evitando oposição entre as delegações”, disse.

 

“Além disso, aprofundamos em tópicos atuais e importantes para a população mundial, como a saúde das plantas e a segurança alimentar. Aprendemos muito sobre os impactos humanos no planeta e, principalmente, a trabalhar em equipe e achar uma solução juntos”, completou a aluna. O projeto interdisciplinar complementa o tema geral da Feira do Conhecimento, “Saúde Vegetal no Mar e na Terra”, em consonância com a resolução da ONU, que escolheu 2020 como o Ano Internacional da Fitossanidade.

“Gostei muito do tema escolhido e achei muito interessante a decisão dos professores responsáveis de nos incentivar a criar estratégias de combate à fome tanto para os anos que virão quanto para o contexto em que vivemos atualmente, a pandemia de Covid-19. A insegurança alimentar aumentou muito com a pandemia e foi muito bom discutir os acontecimentos nos quais estamos vivendo em uma atividade escolar”, disse a aluna Gabriela de Almeida Ribeiro (Turma M11).

Ela disse que, como representante da Inglaterra na FAO/ONU, “essa experiência abriu novos horizontes para mim. O fato de a simulação ter sido feita online, me fez achar que não haveria o espírito de discussão que tivemos em simulações passadas, já que estávamos, de certa forma, desconectados uns dos outros. Porém, fiquei surpresa ao ver como a dinâmica de debates entre as delegações se encaixou bem a esse novo contexto”, disse.

 

AULAS REMOTAS

O Curso G9 mantém as atividades pedagógicas, por plataformas digitais, desde o início da quarentena. Confira o que está sendo feito na Educação Infantil, no Ensino Fundamental I, no Ensino Fundamental II e no Ensino Médio e Pré-vestibular.

 

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06 de novembro de 2020

Combate à fome no mundo é tema de trabalho no Ensino Médio

Comemorações e ação solidária marcam a Semana da Criança

O “Drive Thru da Saudade”, momento para rever e matar a saudade entre professores e alunos, marcou as comemorações do Dia das Crianças e o Dia do Professor do Curso G9, comemorados em 12 e 15 de outubro, respectivamente. A atividade foi realizada pela Educação Infantil e Ensino Fundamental I (EF I). Também o Ensino Fundamental II (EF II) e o Ensino Médio realizaram ações virtuais para marcar as datas.

 

“Foi uma semana intensa e emocionante, com muitas atividades lúdicas em sala de aula, embora de maneira remota”, disse a coordenadora pedagógica do EF I, professora Nilceia Julliana Ribeiro de Carvalho Pereira. “O reencontro com os alunos, no drive thru, foi emocionante para todos. Acredito que toda a comunidade escolar saiu mais revigorada desse momento acolhedor e único”, completou a coordenadora da Educação Infantil, professora Jéssica Antunes Dias.

 

Jéssica Dias disse que foram realizadas várias atividades, ao longo da semana, durante as aulas síncronas. “Foram atividades tradicionais que eles adoram e que sempre realizamos presencialmente, como Cinema, Karaokê, Dia da Fantasia, Pinturas e muitas outras, lúdicas e divertidas”, disse.

 

O drive thru também teve uma caráter solidário: os alunos puderam fazer outra criança feliz doando um brinquedo novo ou usado, em boas condições. “Parte dessas doações foi destinada à creche CMEI Irmã Maria Auxiliadora e, a outra, às crianças das famílias cadastradas na ONG Ponte do Amor”, explicou Nilceia Ribeiro, explicou Nilceia Ribeiro.

 

BEGÔNIA & BRIGITE

Outra atividade que agradou a todos foi a apresentação virtual das palhaças Brigite e Begônia, da Damião e Cia de Teatro, de Campinas. Com muito humor, levaram alegria e animação aos alunos de todos os segmentos, em apresentações virtuais.

 

“Todos, alunos e professores, foram surpreendidos com as apresentações, realizadas ao final das aulas. Isso tornou a semana mais leve”, destacou a coordenadora do Ensino Fundamental II, Estela Maria de Oliveira.

 

Ela disse ainda que os professores receberam muitos mimos ao longo da semana, das famílias e alunos, desde cartões virtuais, presentes entregues na escola e vídeos com depoimentos dos alunos. Todas as turmas prepararam uma homenagem aos professores, com depoimentos singelos de gratidão e apresentações artísticas. Um dos vídeos, denominado Caminho Certo, foi realizado pelo Grupo de Dança do Curso G9. Veja aqui.

 

“Nossos alunos reconhecem o trabalho desenvolvido pelos professores, que se reinventam a cada instante para manter as aulas em plataformas digitais”, disse Estela Oliveira.

 

A coordenadora do Ensino Médio e Pré-vestibular, professora Marcia Gil de Souza, também destacou o trabalho feito pelos alunos para homenagear os professores. “Foram mensagens muito carinhosas e gratificantes, todos se emocionaram porque, desta vez, nossos alunos ousaram e realizaram vídeos para cada professor para cada homenageá-los”, ressaltou.

 

SHOW DE TALENTOS

Nilceia Ribeiro lembrou que o Ensino Fundamental I ainda terá uma atividade para fechar a comemoração pelo Dia das Crianças. Trata-se do tradicional Show de Talentos, que está em sua décima edição, coordenado pelos alunos do 5º ano.

 

Neste ano, o evento será adaptado para as plataformas digitais: os alunos do 1º ao 5º apresentarão, através da gravação de vídeos, seus talentos nas modalidades Canto, Dança, Mágica, Instrumento, Declamação de Poema ou outro. A apresentação acontecerá dia 30 de outubro, no período da tarde.

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22 de outubro de 2020

Comemorações e ação solidária marcam a Semana da Criança

Oficina de Teatro reflete sobre pandemia em vídeo de comédia

Alunos da Oficina de Teatro do Curso G9 tiveram a oportunidade de apresentaram, em 30 de setembro, aos estudantes do Ensino Médio e do Pré-vestibular, vídeo realizado sobre a supervisão do professor Luan Fernandes. A comédia, denominada “Não Toque”, também foi veiculada às turmas do Ensino Fundamental II em 2 de outubro.

 

“Aproveitamos o belo trabalho realizado pela oficina para abrir o projeto ‘Saúde Mental na Pandemia’, composto também por uma roda de conversa sobre essa temática”, explica a coordenadora pedagógica do Ensino Médio e Pré-vestibular, Marcia Gil de Souza. Ela se refere aos encontros que serão realizados às turmas do segmento, nos dias 1º e 2 de outubro, com mediação do professor Rangel Willians Batista.

 

Para o professor Luan Fernandes, responsável pela Oficina de Teatro e pela finalização do vídeo, a discussão da ideia, do roteiro e da produção envolveu os alunos durante as aulas síncronas (online).  Os encontros virtuais aconteceram por meio do Meet, uma das plataformas da Google for Education, usada pelo colégio desde o início das aulas remotas.

 

“Após três encontros, a história foi performada e cada aluno gravou seus vídeos e me encaminhou para edição e finalização”, explica. “Vale frisar que nem todos os alunos estão em Itajubá e, mesmo assim, conseguiram participar do trabalho – essa é uma das vantagens das ferramentas digitais”, completa.

 

OFICINA DE TEATRO

A Oficina de Teatro é realizada semanalmente, em um trabalho conjunto com a Oficina de Dança. Nela, os alunos são estimulados a compreender essa linguagem para usá-la em trabalhos em sala de aula e nas apresentações de outros projetos institucionais, como Feira do Conhecimento, Gincana e Noite Cultural.

 

No vídeo “Não Toque”, houve a participação de nove alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio. São eles: Gabriele dos Santos Ribeiro (Turma F61), Yarah Dias da Silva Lucas (F62), Maria Júlia Monti Bustamante (F71), Mariane Marques Marcondes (F72), Giovanna Faria Totti (F72), Fabiano da Silva Oliveira Junior (F91), Manuela Vilas Bôas e Silva (F92), Ana Beatriz Gonçalves (M11) e Inayá Ahau Tatamiya Medeiros (M22).

 

SINOPSE

A história do gênero comédia, sendo adaptada para um contexto de Teatro Mudo, buscou narrar duas grandes atitudes necessárias ao ser humano. Logo no início, nos deparamos com os personagens compartilhando seus alimentos, mostrando a importância de ser empático, principalmente no momento que estamos vivendo.

 

No decorrer da história, conhecemos uma televisão mágica, que sempre tem em sua tela a mensagem: “Não toque no controle”, porém, todo mundo acaba se mostrando desobediente e teimoso, vindo a tocar no controle, o que leva os personagens a serem presos dentro da TV.

 

Durante toda a peça fica a tentativa de encontrar um coração realmente puro e bondoso capaz de libertar a todos simplesmente por não ceder à tentação de tocar no controle.

 

“A peça, além de sua mensagem principal ser alicerçada nestas duas atitudes importantes – empatia e obediência –, tem uma mensagem mais abrangente, uma crítica a este momento tão virtual que estamos vivendo, em que todos anseiam por ser libertados o mais breve possível, mostrando que acreditar que tudo vai passar é uma atitude que pode transformar essa situação”, destaca Luan Fernandes.

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30 de setembro de 2020

Oficina de Teatro reflete sobre pandemia em vídeo de comédia

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