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Curso G9: recesso escolar de 23/12/2020 a 03/01/2021

Desejamos a todos um Feliz Natal e um Ano Novo próspero e feliz! 

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22 de dezembro de 2020

Curso G9: recesso escolar de 23/12/2020 a 03/01/2021

Ação solidária em prol do Lar da Providência e Escola Novo Tempo

Ações solidárias marcaram o final do ano letivo no Curso G9. Ao todo, foram impactados em torno de 230 pessoas da Escola Especial Novo Tempo e do Lar da Providência de Itajubá. As ações foram realizadas pelos alunos do projeto G9 Social, com apoio do Bazar Solidário. Também participaram da arrecadação de presentes e cestas básicas professores e funcionários do colégio.

 

O G9 social é um projeto solidário que foi criado em 2020, junto com as demais oficinas do Curso G9, e tem como objetivo motivar os estudantes com a causa social e ajudar a comunidade itajubense, em especial, as instituições que atendem pessoas em vulnerabilidade social. O Bazar Solidário, em sua 6ª edição, que envolve alunos da 2ª série do Ensino Médio, atuou remotamente em 2020, mas cumpriu seu papel de arrecadar verbas para destiná-las às ações solidárias.

 

Neste ano, em função do necessário isolamento social, as atividades aconteceram de forma virtual. Para que tudo desse certo, os projetos contaram com importantes parcerias para arrecadar alimentos.

 

Experiência

“Apesar do ano difícil e de sermos um projeto pequeno, com certeza alcançamos nossos objetivos, além de que, com as reuniões semanais e um propósito em comum, criamos uma verdadeira família”, disse a aluna Lethícia Monteiro Re, da 2ª série do Ensino Médio (Turma M22). “Em tempos tão conturbados, me dedicar a uma causa tão boa ajudou a manter minha cabeça no lugar. O convívio com pessoas determinadas a melhorar o mundo e conhecer mais da realidade fora da nossa bolha de privilégios acrescentou muito na minha vida: foram experiências que me marcaram demais e que levarei comigo”, completou.

 

Para a aluna Beatriz de Souza Faria Floriano, também da Turma M22, “certamente, o Bazar Solidário 2020 foi muito diferente do que esperávamos que fosse. Com a pandemia, fomos desafiados a colocar o projeto em prática à distância”.

 

“Mesmo com todas as dificuldades, acredito que, com a orientação e apoio dos professores Erikson Lima e Patrícia Ribeiro, da coordenação e direção da escola, cumprimos o desafio. Realizamos o Bazar Solidário de forma virtual, buscando ajudar quem tanto precisa nesse momento delicado e difícil”, explicou. “Sem dúvida, esse projeto é um dos mais incríveis do Curso G9, e espero que continue ajudando cada vez mais pessoas e promovendo, constantemente, a solidariedade”, destacou.

 

Transformação

O professor Erikson Lima Luz, que ministra Filosofia e Sociologia no Ensino Médio, acredita que as ações solidárias desenvolvidas pelo Colégio G9, assim como o projeto G9 Social, são de suma importância para o desenvolvimento do senso crítico dos estudantes e importantes para que eles produzam uma avaliação mais minuciosa da realidade, que não seja fantasiosa e esconda o tamanho da desigualdade social no país.

 

“Como professor e cientista social, essas possibilidades de transformação fazem parte da realização de um sonho: aproximar integralmente as teorias estudadas das práticas transformadoras, buscando sempre um mundo melhor”, disse.

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21 de dezembro de 2020

Ação solidária em prol do Lar da Providência e Escola Novo Tempo

35 alunos estão na 2ª fase da Olimpíada Nacional de Ciências

O Curso G9 será representado por 35 alunos, do Ensino Médio e 9º anos do Ensino Fundamental II, na segunda fase da Olimpíada Nacional de Ciências (ONC). A prova será realizada, também de forma online, em 22 de janeiro de 2021. Participaram da primeira etapa em torno de dois milhões de estudantes do Brasil.

 

A ONC integra o Programa Ciência na Escola e é uma realização de cinco Sociedades Científicas: a SBF (Sociedade Brasileira de Física), a ABQ (Associação Brasileira de Química), o Instituto Butantan, a Sociedade Astronômica Brasileira e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

 

Na primeira fase, em agosto, os alunos responderam a 20 questões objetivas, envolvendo as disciplinas de química, física, biologia, história e astronomia. Os conteúdos são sempre referentes à série anterior a que o estudante está cursando.

 

OBA – MOBFOG

Alunos do Curso G9 conquistam 15 medalhas na 23ª edição da OBA. Do total, cinco medalhas de ouro, nove de prata e uma de bronze; O aluno Vinicius Moreira Campos também conquistou uma medalha de ouro na 14ª Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG).

 

CANGURU – ONHB

Em agosto, três alunos conquistam bronze na olimpíada Canguru de Matemática, que está em sua 11ª edição. O Curso G9 também foi, pela décima vez consecutiva, finalista da Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), promovida pela Unicamp.

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18 de dezembro de 2020

35 alunos estão na 2ª fase da Olimpíada Nacional de Ciências

Alunos do Curso G9 conquistam 15 medalhas na 23ª edição da OBA

Alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio do Curso G9 conquistaram cinco medalhas de ouro, nove de prata e uma de bronze na 23ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), edição realizada por meio de uma plataforma digital.

 

O aluno Vinicius Moreira Campos também conquistou uma medalha de ouro na 14ª Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG), olimpíada inteiramente experimental, que consiste em construir e lançar foguetes. Neste ano, em função do isolamento social, não houve lançamento presencial, uma simulação por meio de uma plataforma digital. Os resultados da OBA e da MOBGOG foram divulgados em 14 de dezembro.

 

Outra boa notícia para os medalhistas do Curso G9: Elisa de Lorenzi, Enzo Conti, João Pedro Bernardo, João Pedro Tilmann, Mariana Amorim, Renan Barbosa, Thiago Taets, Vinicius Ferreira, Vinicius Moreira e Vinícius Souza irão participar da pré-Seleção para as Olimpíadas Internacionais de Astronomia de 2021.

 

Os estudantes selecionados nos treinamentos, que serão realizados em 2021, irão compor as equipes brasileiras que participarão da IOAA (International Olympiad of Astronomy and Astrophysics), GeCAA (Global e-Competition of Astronomy and Astrophysics) e OLAA (Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica).

 

Em agosto, três alunos conquistam bronze na olimpíada Canguru de Matemática, que está em sua 11ª edição. O Curso G9 conquistou, pela décima vez consecutiva, vaga para a final da Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), promovida pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

 

EXPERIÊNCIA

“Participar da OBA é uma experiência incrível. Ela nos proporciona um aprendizado mais profundo sobre temas como física, matemática, astronomia básica e sua história”, disse o aluno Renan Barbosa, da 3ª série do Ensino Médio (Turma M32).

 

Para ele, ter conquistado ouro este ano, é fruto de uma longa dedicação e incentivo dos professores Mateus Bibiano Francisco e Vicente Carlos Martins. “Eles me estimulam, desde o Ensino Fundamental, a participar dessa olimpíada. Isso, com certeza, contribuiu para o meu crescimento a cada edição, tornando possível tal conquista”, completou.

 

“Assim como as demais olimpíadas, chegamos a mais um resultado sensacional na OBA, mantendo a trajetória de conquistas que temos imprimido ao longo dos anos. Apesar das adversidades do ano 2020, que obrigaram a desenvolver uma prova online, nosso alunos aceitaram o desafio e puderam aplicar o que foi aprendido em várias atividades com a temática de astronomia, sobretudo no Clube de Ciências, na qual a maioria dos medalhistas são assíduos”, explicou o professor Mateus Bibiano Francisco, um dos coordenadores do Clube de Ciências, ao lado do também professor de Matemática, Vicente Carlos Martins.

 

OBA – MOBFOG

A OBA e a MOBFOG são organizadas, em âmbito nacional, pela Sociedade Astronômica Brasileira e pela Agência Espacial Brasileira. A OBA conta com dez questões, com os mais variados temas sobre Astronomia e Astronáutica, avalia tanto o conhecimento teórico dos alunos quanto o raciocínio lógico para resolução de problemas. A olimpíada é dividida em quatro níveis – os três primeiros são para alunos do Ensino Fundamental e o quarto para os do Ensino Médio.

 

A Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG) é uma olimpíada inteiramente experimental, pois consiste em construir e lançar, obliquamente, foguetes, a partir de uma base de lançamento, o mais distante possível. Foguetes e bases de lançamentos devem ser construídos por alunos individualmente ou em equipes de até três componentes. Neste ano, também foi feita de forma remota.

 

Confira abaixo os alunos medalhistas:

 

MEDALHISTAS OBA – ENSINO MÉDIO

 

OURO

Renan Barbosa Silva: 3ª série (Turma M32)

 

PRATA

Enzo Serrano Conti: 3ª série (Turma M32)João Pedro Bernardo de Paula: 3ª série (Turma M31)Thiago Taets e Sales: 2ª série (Turma M21)Vinicius Ferreira dos Santos: 2ª série (Turma M21)Vinicius Moreira Campos: 3ª série (Turma M32)

 

BRONZE

Vinícius Souza dos Santos: 1ª série (Turma M12)

 

 

MEDALHISTAS OBA – ENSINO FUNDAMENTAL II

 

OURO

Elisa Valença de Lorenci: 9º ano (Turma F92)João Pedro Tilmann Souza: 9º ano (Turma F92)Mariana Amorim Santos: 9º ano (Turma F91)Pedro Ferreira Cardozo: 7º ano (Turma F71)

 

PRATA

Gustavo Taets e Sales: 9º ano (Turma F92)Ian Fernandes de Lima e Silva: 8º ano (Turma F82)Maria Júlia Monti Bustamante: 7º ano (Turma F71)Mariane Marques Marcondes: 7º ano (Turma F72)

 

MEDALHISTA – MBFO

 

OURO

Vinicius Moreira Campos: 1ª série (Turma M12)

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17 de dezembro de 2020

Alunos do Curso G9 conquistam 15 medalhas na 23ª edição da OBA

GDroid é campeã geral do Torneio Brasil de Robótica 2020

O Curso G9 é bicampeão do Torneio Brasil de Robótica (TBR) com o primeiro lugar geral da Etapa Nacional 2020 conquistada pela equipe GDroid. O anúncio foi feito neste sábado, 12 de dezembro, por meio de transmissão da organização do evento pelo YouTube. Em 2019, a grande vencedora foi a Equipe GTEeN que, neste ano, venceu na Categoria Tecnologia & Engenharia.

 

Destaques individuais para os atletas robóticos Luiza Gonçalves e Pedro Henrique Gonçalves Mouallem, ambos da 3ª série do Ensino Médio, que foram agraciados com bolsa de estudo do Centro Universitário ENIAC. No total, a organização do evento destinou seis bolsas de estudo aos participantes que se destacaram durante a competição.

 

“Apesar das dificuldades decorrentes da pandemia, conquistar o bicampeonato para o Curso G9 revela que estamos no caminho certo e que as incontáveis horas de dedicação valeram a pena”, disse o professor de Matemática e um dos mentores da equipe, Mateus Francisco.

 

Tradição em Robótica

Para Vicente Carlos Martins, o mentor mais antigo das equipes de robótica do Curso G9, a trajetória vitoriosa da GDroid, que tem apenas três anos de existência, vem coroar o trabalho que é desenvolvido pelo colégio. “Há mais de dez anos, o Curso G9 investe em robótica e na criação de equipes competitivas”, destacou.

 

“A GTEeN é a mais longeva participante do TBR e a que obteve o maior número de premiações nesses dez anos. Agora em 2020 conquistou o 1º. lugar no difícil quesito ‘Tecnologia e Engenharia’, que é o projeto, a montagem e a programação do robô”, disse Vicente Martins.

 

A GTEeN e GDroid chegaram à etapa nacional depois de vencerem a Etapa Regional Mineira. A GTEeN conquistou a Categoria Middle 2, para alunos de 12 a 15 anos, e a GDroid venceu a Categoria High, para alunos de 15 a 19 anos.

 

Recompensa

“Foi muito gratificante poder continuar desenvolvendo programações e usando o que aprendemos nos anos anteriores para explorar o nosso robô, ainda que de maneira virtual; ver um prêmio nacional nos recompensando por todo esse esforço nos motiva a continuar ousando e criando cada vez mais em robótica”, disse João Pedro Tilmann de Souza, aluno do 9º ano do Ensino Fundamental II (Turma F92), da equipe GTEeN.

 

Para Luíza Gonçalves, é muito gratificante receber a bolsa de estudos do Centro Universitário ENIAC, “pois ela representa mais um reconhecimento dos nossos esforços nos trabalhos para o Torneio Brasil de Robótica”. A bolsa é fruto de todo empenho e dedicação da equipe. Fico mais feliz ainda de recebê-la junto com o Pedro, que participa da GDroid desde a sua formação”, disse.

 

“Estava em um momento de muita celebração com a conquista do primeiro lugar no TBR quando a organização do evento anunciou os contemplados com as bolsas. Foi mais um motivo de comemoração, principalmente para mim e minha colega de robótica Luiza, que me convidou para participar da equipe. Foi nosso último campeonato e nos despedimos, muito gratos e felizes, vendo que a equipe cresceu e já faz história”, completou.

 

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16 de dezembro de 2020

GDroid é campeã geral do Torneio Brasil de Robótica 2020

Bate-papo de ex-alunos e turmas do 8º e 9º anos do Fundamental II

Momentos para refletir sobre a vida, os sonhos e a busca pela realização pessoal e profissional. Assim foram os dois encontros virtuais dos alunos do 8º e 9º anos do Ensino Fundamental do Curso G9 com os ex-alunos Pedro Gama, eleito vereador em Itajubá para a legislatura 2021-2024, e Renan Santana, médico nas cidades paulistas de Atibaia e Bragança Paulista.

 

“Foi um imenso prazer receber os dois ex-alunos para um bate-papo com as turmas finais do nosso segmento. Os alunos estão naquele momento de começar a projetar o futuro, se autoconhecer, definir os caminhos a seguir”, explicou a coordenadora pedagógica, Estela Maria de Oliveira. “Pedro e Renan em muito contribuíram com esse objetivo, ao contarem sobre o estudo, a vida e os desafios do mundo atual”, completou.

 

O primeiro encontro, em 30 de novembro, foi com Pedro Gama. O tema da conversa com os alunos foi “Projeto de Vida: sonhos, persistência e disciplina na busca de sua realização”. Já o bate-papo com Renan Santana, em 3 de dezembro, teve como fio condutor “Saúde do adolescente:  prazeres e riscos”. Ambos foram realizados por meio de uma plataforma da Google for Education, parceira do Curso G9.

 

Formação integral

Pedro Gama e Renan Santana destacaram, ao longo das conversas, a importância da formação integral, proporcionada pelo Curso G9, para a realização de seus sonhos. Ambos lembram com carinho das várias edições da Feira do Conhecimento que, neste ano, realizou sua primeira versão digital – clique aqui para conferir o trabalhos dos alunos.

 

“Foram tantos trabalhos interessantes, tantos projetos. Cada um, com certeza, foi um tijolinho na construção de quem sou hoje”, disse Pedro Gama, formado em Direito pela USP e que, neste ano, foi eleito vereador em Itajubá.

 

Além da Feira do Conhecimento, ele disse ter boas lembranças do Ensino fundamental II e de sua participação nos trabalhos de Literatura, com a professora Tereza Montalvão e nos projetos Júri Simulado da Era Vargas, uma proposta de estudo da professora Patrícia Ribeiro para as turmas do 9º ano; na Olimpíada Nacional em História do Brasil, promovida pela Unicamp, da qual foi medalhista de prata; e das modalidades esportivas, em especial, do Handebol.

 

Para Renan Santana, as agradáveis lembranças são da Oficina de Música e do Intervalo Musical, que proporciona aos alunos um momento não só de aprendizagem, mas também de descontração, partilha e socialização. “Ainda hoje a música me acompanha nos momento de folga, até comecei a estudar piano e violino”, disse ele, que se formou na Faculdade São Francisco de Bragança Paulista e atuou no hospital de campanha contra a Covid-19, em Guarulhos (SP).

 

Outra grata recordação é sua participação nas equipes de robótica, como monitor e técnico da equipe GTec, no campeonato sul mineiro. “Sempre tive muito apoio no G9, e percebo como isso é importante. Quando trabalhei em uma unidade básica, percebi como os adolescentes e jovens precisam de alguém que saiba ouvi-los”, destacou. Reforçou aos alunos que sempre busquem apoio e orientações junto aos pais, professores e coordenadores da escola.

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14 de dezembro de 2020

Bate-papo de ex-alunos e turmas do 8º e 9º anos do Fundamental II

Avaliação na Educação Infantil: revelando o percurso das crianças

Jéssica Antunes Dias

Coordenadora da Educação Infantil

Quando pensamos na temática avaliação, geralmente, nossa memória educativa nos remete às provas, às notas e aos boletins. A forma como vivenciamos esse processo, muitas vezes doloroso, esculpe o que pensamos a respeito da avaliação. Felizmente, hoje, nossas crianças vivenciam uma proposta diferente da nossa experiência.

 

Por muito tempo, a avaliação na Educação Infantil foi baseada em uma adaptação de testes utilizadas no Ensino Fundamental. Era uma avaliação classificatória, que servia para identificar quem sabia e quem não sabia, não considerava e nem tornava visível o percurso de cada criança a partir de um olhar reflexivo sobre seu desenvolvimento e suas aprendizagens.

Princípios

A forma como a escola avalia seus alunos reflete claramente seus princípios. Sabemos que as crianças aprendem de formas diferentes, possuem suas particularidades e tem “tempos” de maturação biológica também diferentes. É justo, portanto, todos serem avaliados da mesma forma? Acreditamos que não.

 

A avaliação na Educação Infantil do Curso G9 busca valorizar o percurso de cada criança e é realizada por meio da observação, documentação e reflexão das vivências do aluno, utilizando procedimentos descritivos e narrativos centrados em como a criança aprende, processa informação, como constrói conhecimento e como resolve problemas.

 

A criança aprende brincando. Durante as atividades lúdicas ela interage com o grupo, com o meio físico e com seus próprios pensamentos, com a sua imaginação e suas representações do mundo real. Ao longo desse processo, o professor realiza intervenções para estimular que ela reestruture o seu conhecimento. Ao documentar esse processo com fotos, vídeos, transcrição de relatos e produções diversas dois aspectos importantes são favorecidos.

 

O primeiro é a análise do desenvolvimento dos alunos para que outras intervenções possam ser rapidamente realizadas pelo professor, a fim de mediar situações em que o aluno encontre alguma dificuldade, por exemplo. Consideramos o erro como uma importante etapa do processo de aprendizagem; na nossa escola, esse “bicho-papão” é visto de forma natural, sendo uma etapa que a criança perpassa no processo formativo. Ele fornece ao professor um importante sinal de que outras intervenções pedagógicas precisam ser realizadas. Nesse sentido, a avaliação não é pensada para classificar o aluno ou para medir o que se conseguiu aprender e sim para oferecer ao professor subsídios para a seleção de intervenções adequadas que contribuam para avanço de cada um.

 

O segundo aspecto favorecido pelo registro das vivências e das produções infantis é a autoavaliação. A partir da turma do Maternal II são propostas situações em que o aluno é levado a pensar sobre suas conquistas e sobre seus desafios. O momento de olhar para suas próprias produções, suas fotos e seus vídeos possibilita à criança identificar como desenhava, pintava, falava, corria, dançava e o leva a perceber se houve mudanças, como e porque elas aconteceram. Além disso, há momentos em que o aluno avalia o grupo e as atividades sugeridas.

Prática Constante

A lógica das crianças é divergente da lógica adulta, e é importante interpretar o que as crianças fazem e falam para compreendermos suas motivações. As falas das crianças fornecem preciosas pistas sobre suas ideias. Partindo do que elas pensam, dos seus interesses, curiosidades, dúvidas e dificuldades podemos desafiar o avanço dos seus conhecimentos com atividades interessantes e instigantes.

 

A avaliação é uma prática constante e permeia todo o processo de aprendizagem. A criança também deve participar desse processo, observando e escolhendo suas produções, relatando avanços e dificuldades.

 

Estimular a criança para que seja ativa no processo de avaliação a fará construir uma memória educativa, com certeza, diferente da nossa. Avaliação não é um ranking e nem um ato de punição, mas uma prática de reflexão individual, coletiva e permanente sobre a aprendizagem.

Saiba mais sobre a Educação Infantil neste link.

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11 de dezembro de 2020

Avaliação na Educação Infantil: revelando o percurso das crianças

Curso G9 é destaque em premiação do Circuito de Xadrez

O Curso G9 foi o grande destaque na cerimônia de premiação do Circuito Mineiro de Xadrez Escolar 2020, realizado de forma online, em 5 de dezembro, pelo YouTube. Isso porque o colégio conquistou três títulos dos cinco possíveis: Melhor Escola, Atleta Campeão Categoria A e Atleta Campeão na Categoria D. A competição foi uma realização da Federação Mineira de Xadrez (FMX), com apoio da GENIUS – Academia de Xadrez.

 

A presidente da FMX, Luciane S. Viana, parabenizou a escola pelos títulos e classificou o Curso G9 “como uma referência em Minas Gerais quando se fala em Xadrez, pois tem se destacado em vários torneios estudantis ao longo dos anos”. Como exemplo, citou as boas participações da escola no JEMG (Jogos Escolares de Minas Gerais) e no Campeonato Brasileiro de Xadrez Escolar.

 

“Temos orgulho de estar presente no circuito de xadrez do nosso estado e país. Essa conquista vem coroar nosso projeto pedagógico, iniciado há mais de dez anos, porque acreditamos muito no esporte como uma ferramenta para a formação integral de nossos alunos”, disse o diretor de Planejamento do Curso G9, Giovanni Henrique Faria Floriano, que participou da cerimônia. “Parabéns à organização do evento, às escolas participantes e aos atletas. Sem dúvida, foi um desafio essa competição online”, completou.

 

O Circuito Mineiro de Xadrez Escolar 2020 reuniu em torno de 500 alunos, de 70 escolas do Estado. A última e decisiva etapa aconteceu nos dias 28 e 29 de novembro.

 

DESAFIOS VIRTUAIS

Também participaram da transmissão ao vivo da cerimônia de premiação o Grande Mestre (GM) de Xadrez, Krikor Sevag Mekhitarian, e professor Igor Cirineu, representante da GENIUS – Academia de Xadrez.

 

“Sabemos como foram difíceis as competições online, um desafio para a organização e para os atletas, por isso, gostaria de parabenizá-los por essa iniciativa, que teve uma participação muito boa dos atletas e escolas”, disse Krikor Mekhitarian. “Para nós, foi um prazer participar da organização desse evento, com apoio da federação. Apesar das dificuldades de se promover um evento virtual, a competição foi muita válida”, destacou o professor Igor Cirineu.

 

TÍTULOS

Além do título de Melhor Escola da competição, o Curso G9 conquistou outras duas categorias: André Bernardo Britto, do 3º ano do Ensino Fundamental I, foi campeão da Categoria A; e Pedro Arango Esteban, da 2ª série do Ensino Médio, campeão da Categoria D. André Brito é mestre nacional pela Confederação Brasileira de Xadrez.

 

“Foi muito gratificante ganhar esse título, em especial, na final”, disse Pedro Esteban. Ele conquistou o título ao somar 100% dos pontos possíveis.

 

O Curso G9 também se destacou com a participação dos irmãos e Mestres Nacionais Giovanna A. Magalhães e Enzo de Almeida Ramos, que também disputaram a final de suas respectivas categorias. Giovanna Almeida conquistou 1 ponto na final da categoria A e ficou em 9º lugar, enquanto o seu irmão fez 5 em 7 possíveis e terminou em 3º lugar.

 

 

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07 de dezembro de 2020

Curso G9 é destaque em premiação do Circuito de Xadrez

Grupo de Teatro do Curso G9 lança curta com mensagem natalina

O Grupo de Teatro e Dança do Curso G9 proporcionou, aos alunos do 5º ano do Ensino Fundamental I ao Pré-vestibular, momentos de descontração e recarga das energias para a reta final das atividades letivas com a apresentação do curta-metragem “Talvez Ele seja o Messias”.

 

O filme, uma adaptação da obra de Max Lucado, marcou o encerramento do trabalho do grupo em 2020. “Nosso objetivo foi proporcionar um instante de leveza e de reflexão aos alunos, com uma mensagem sobre empatia e amor”, explicou o professor de Teatro e Dança, Luan Fernandes.

 

“Todo o grupo deseja que a mensagem central do curta encontre corações férteis para ela brotar e dar frutos, afinal de contas, o amor ao próximo e o não julgamento das pessoas ão condições necessárias para a nossa vida, não somente no Natal”, destacou.

 

Luan Fernandes lembrou que o Grupo de Teatro e Dança, como as demais atividades letivas do Curso G9, foram adaptadas para as plataformas virtuais desde a suspensão das aulas presenciais, em março. Isso foi necessário diante do necessário isolamento social por causa da Covid-19.

 

Ele conta que foram muitos os desafios que o grupo enfrentou porque as gravações não poderiam ser presenciais. “Vale frisar que cenas nas quais aparecem mais de uma pessoa, são familiares e estão convivendo no mesmo espaço desde o início do isolamento”, ressaltou.

 

Em setembro, alunos da Oficina de Teatro tiveram a oportunidade de apresentar a comédia “Não Toque”, também às turmas do Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Pré-vestibular. Confira aqui os vídeos produzidos pela trupe neste ano.

  

EXPERIÊNCIA MARCANTE

“Para mim, participar desse curta-metragem foi uma experiência ótima. No total, foram mais de cinco horas de gravação, mas foi gratificante ver que todo o esforço resultou em um material incrível, e que serviu de ensinamento para várias pessoas”, disse a aluna Mariane Marques Marcondes, do 7º ano do Ensino Fundamental II (Turma F72). “Ficou tudo perfeito, todos os atores fizeram um ótimo trabalho. Espero que mais projetos assim estejam esperando por nós, no próximo ano”, completou.

 

Para Gabriele dos Santos Ribeiro, do 6º ano (Turma F61), mais uma vez “foi incrível participar do teatro”. “A parte de gravação das cenas, mesmo que sozinhos, sempre é a mais divertida. Simplesmente amei o resultado do curta-metragem. Quando o professor nos explicou não achei que fosse ficar tão bom e tão profissional”, disse.

 

Opinião semelhante tem Maria Júlia Monti Bustamante, do 7º ano (Turma F71). “Foi uma experiência maravilhosa. Admito que, no início, não achei que iria ficar tão bom quanto ficou, imaginei algo menor. Quando assisti, fiquei assustada com a qualidade do vídeo e como meus colegas foram bem”.

 

“Adorei participar desse curta, ainda que tenha demandado muito tempo, trabalho e dedicação; isso é o que nos faz ser melhores no que fazemos. A sensação de ver o resultado de tudo aquilo que fizemos e aprendemos é muito gratificante. O curta ficou muito bom, os editores, os atores, o Luan, a coordenação, todos, fizeram um ótimo trabalho. Continuaremos a nos esforçar para que os próximos trabalhos sejam ainda melhores que esse”, disse Yarah Dias da Silva Lucas, do 6º ano (Turma F62).

 

CRÉDITOS

Direção e Preparação de Elenco: Luan Fernandes. Elenco: Fabiano Júnior, Gabriele Ribeiro, Giovanna Totti, Inayá Ahau, Júlia Monti, Mariane Marques, Yarah Dias. Figuração: Ana Lívia Monti, André Totti e Rosimeire Oliveira. Edição: Produtora No Set. Direção de Fotografia: Luan Fernandes. Direção de Arte: Produtora No Set. Edição e Finalização: Alexandre Lopes. Produção: Curso G9. Trilha Sonora: Cold (Jorge Mendéz), Nuvole Bianche (Ludovico Einaudi) e More Than a Feeling (Midtown Stories). Texto: Max Lucado. Roteiro: Luan Fernandes

 

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04 de dezembro de 2020

Grupo de Teatro do Curso G9 lança curta com mensagem natalina

Vídeo de alunos são apresentados no Festival Ciência é Cultura

Vídeos produzidos por alunos do Curso G9 integram o Festival Ciência é Cultura, que será realizado, de forma remota, nos dias 5 e 6 de dezembro, com transmissão pelo Youtube. Eles participaram da Oficina Comciência na Arte, projeto contemplado com o Prêmio Funarte Descentrarte, realizado em parceria com Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA).

 

“A Oficina Comciência na Arte foi um projeto incrível. Nela, tivemos diversas aulas preparatórias com profissionais, durante o mês de outubro, para aprender sobre astronomia, audiovisual e divulgação científica por meio da arte”, explicam os alunos Bruno Martins Ribeiro, da 2ª série do Ensino Médio (Turma M21), Ana Lívia Santos Franqueira e Henrique Mateus Ferreira, ambos da Turma M22. Eles se uniram para fazer o vídeo proposto pela oficina.

 

Aos sábados, de acordo com o grupo, os participantes tiveram a oportunidade de aprimorar o conhecimento nos temas em aulas abertas ao público. “No final, desenvolvemos um curta-metragem a respeito de um tema de nossa escolha, em que decidimos falar sobre a cientista Vera Rubin, abordando a questão da participação feminina na ciência. Foi muito bom aprender tanto e poder falar de um tema tão significativo na atualidade”, completou.

 

Para o aluno Pedro Henrique Mouallem Gonçalves, da 3ª série (Turma M31), a oficina “proporcionou diversos momentos de aprendizado, compartilhamento de ideias, novas amizades e diversão”. “Com o tema centrado na astronomia e no universo e objetivando, ao final, a divulgação na forma de vídeo de tudo aquilo que se ventilou durante as reuniões, tivemos a oportunidade de trabalhar temas como edição de vídeo, obtenção de imagens, roteirização e áudio, com diferentes profissionais de inúmeras áreas do conhecimento”, destacou.

 

Também participou da oficina a aluna Inayá Ahau Tatamiya Medeiros, ambos da Turma M22.

 

CIÊNCIA É CULTURA

O festival é uma organização da Oficina Comciência na Arte, idealizada e coordenada por Natalia Amarinho e Julia Chacur. Os encontros aconteceram nos meses de outubro e novembro, com professores renomados de diversos campos do conhecimento. Foram no nove encontros, via plataforma Zoom.

 

O evento contará com a presença de artistas, cientistas e divulgadores científicos, como a multiartista Zaika dos Santos, o Núcleo Arte Ciência no Palco, o grupo de teatro Tocoferois, pesquisadores do Laboratório Nacional de Astrofísica e professores da Universidade Federal de Itajubá (Unifei) e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

 

A Mostra de Filmes do festival será realizada, em 6 de dezembro, das 18h às 20h. Clique aqui, ative o lembrete no canal do YouTube e curta a exibição dos filmes produzidos pelos alunos.

 

OFICINA COMCIÊNCIA

O festival é uma organização da Oficina Comciência na Arte que, nos meses de outubro e novembro, promoveu aulas com professores renomados de diversos campos do conhecimento. Foram no nove encontros, via plataforma Zoom

 

Como produto, os participantes realizaram um curta documentário sobre tema da astronomia. O propósito é inovar em técnicas e linguagens para produzir um filme que consiga se conectar com o público. Para tal, serão mobilizados conhecimentos de roteiro, storytelling, edição de som e montagem de vídeo. Dentre os professores colaboradores, estão cientistas, divulgadores da ciência, cineastas, jornalistas e professores.

 

 

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02 de dezembro de 2020

Vídeo de alunos são apresentados no Festival Ciência é Cultura

Curso G9 conquista 3 títulos no Mineiro de Xadrez Escolar

Atletas do Curso G9 conquistaram dois títulos no Circuito Mineiro de Xadrez Escolar 2020, competição oficial da Federação Mineira de Xadrez (FMX). São eles: André Bernardo Britto, do 3º ano do Ensino Fundamental I, campeão da Categoria A; e Pedro Arango, da 2ª série do Ensino Médio, campeão da Categoria D.

 

O Curso G9 conquistou ainda o título de Melhor Escola da competição, que reuniu em torno de 500 alunos, de 70 escolas do Estado. A última e decisiva etapa aconteceu nos dias 28 e 29 de novembro. Todas as seis fases aconteceram de forma remota, com organização da Genius – Academia de Xadrez, de Itajubá. André Brito é mestre nacional pela Confederação Brasileira de Xadrez.

 

“Foram longos meses de muita disputa e de belas partidas para que finalmente conhecêssemos os campeões mineiros escolares de 2020. Os nossos atletas estão de parabéns pelo desempenho na competição, mostraram garra e dedicação, ainda mais neste ano atípico, com partidas online”, destacou o professor de Xadrez do Curso G9, Antônio Martins.

 

A entrega simbólica dos troféus e certificados será realizada neste sábado, 05 de dezembro, durante transmissão ao vivo pelo YouTube, que contará com a participação especial do Grande Mestre (GM) Krikor Sevag Mekhitarian. Para acompanhar o evento, basta acessar o link https://youtu.be/gu-Vosdl0vo

 

Circuito Mineiro

O Circuito foi disputado em cinco categorias: Melhor Escola: definida pela pontuação de seus respectivos alunos em cada uma das outras quatro categorias; Categoria A: disputada entre os alunos da Educação Infantil e 1º, 2º e 3º anos do Ensino Fundamental; Categoria B: envolveu os alunos do 4º, 5º e 6º anos do Ensino Fundamental; Categoria C: disputada entre os alunos do 7º, 8º e 9º anos do Ensino Fundamental; Categoria D: que reuniu alunos da 1ª, 2ª e 3ª séries do Ensino Médio.

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30 de novembro de 2020

Curso G9 conquista 3 títulos no Mineiro de Xadrez Escolar

Curso G9 amplia Bright Futures para todo Ensino Fundamental I

O Curso G9 irá ampliar, a partir de 2021, o Bright Futures para as turmas do 3º, 4º e 5º anos do Ensino Fundamental I. Implantado em parceria com a Oxford University Press, o programa apresenta metodologia eficaz que resulta em melhora da pronúncia da Língua Inglesa e no desenvolvimento da consciência fonológica, da criatividade, do pensamento crítico, da colaboração e da comunicação.

 

A novidade foi tema de encontro virtual, realizado por meio de uma das plataformas do Google for Education, que reuniu pais, professores, coordenação pedagógica e direção do Curso G9, em 12 de novembro. O encontro contou com a participação das consultoras da Oxford University Press, Cláudia Lopes e Dannubia Oliveira.

 

“Estamos muito felizes em poder ampliar o programa as demais séries e, assim, concluir a implantação do Bright Futures em nosso segmento”, disse a coordenadora pedagógica, professora Nilceia Julliana Ribeiro de Carvalho Pereira. “Os alunos terão contato diário com o inglês, durante os cinco dias da semana letiva. Completou.

 

De acordo com Nilceia Ribeiro, no programa, a abordagem lúdica e natural integra arte, ciências, matemática, expressão corporal, tecnologias, brincadeiras, contação de histórias, com material didático próprio para vivência e conforto das crianças. “Em todas as aulas, as propostas são conduzidas em inglês através de comandos e exemplos para que os alunos pratiquem o idioma. Os alunos exploram temas, utilizando tecnologia, textos, imagens e vivências, o que permite o contato com a língua e a ampliação de conhecimento de mundo”, ressaltou.

PARCERIA

O Bright Futures foi implantado no Curso G9 no ano letivo de 2019, quando o aprendizado da Língua Inglesa passou a integrar o currículo das turmas do Maternal II (3 anos), do Jardim I (4 anos) e do Jardim II (5 anos) do Curso G9.

 

Em 2020, passou a incluir os alunos do 1º e do 2º anos do Ensino Fundamental I, por meio do Bright Futures, e as turmas do 6º ao 9º anos do Ensino Fundamental II, que contam com o programa Oxford Quality.

 

SOBRE A OXFORD

A Oxford University Press é um departamento da Universidade de Oxford. Ela dá suporte aos objetivos da universidade de excelência em pesquisa, educação e difusão do conhecimento por meio de suas publicações em todo o mundo. Os materiais da Oxford, incluindo as soluções para o ensino e aprendizagem de inglês, passam por um rigoroso processo de desenvolvimento e são submetidos a um rígido controle de qualidade e aprovação pela Universidade de Oxford.

 

INFORMAÇÕES

Mais informações sobre o programa e matrículas para 2021, entre em contato pelo telefone (35) 3623-1877 ou pelo e-mail marketing@cursog9.com.

 

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27 de novembro de 2020

Curso G9 amplia Bright Futures para todo Ensino Fundamental I

Ensino Médio cria áudio série sobre livro “Quarto de Despejo”

Alunos da 2ª série do Ensino Médio do Curso G9 deram voz à narrativa, crua e demasiadamente humana, do livro “Quarto de Despejo”, de Carolina Maria de Jesus, por meio de uma áudio série que pode ser acessada pelas plataformas digitais Spotify e Anchor.

 

A atividade é fruto do trabalho interdisciplinar da área de Linguagens, que envolve as disciplinas de Arte (Anabel Faria), Redação (João Sita), Espanhol (Eloiza Nunes Montanari), Inglês (Patrícia Magalhães), Literatura (Regiane Ramos) e Oficina de Teatro e Dança (Luan Fernandes).

 

A obra conta a história de uma catadora de materiais recicláveis que viveu na favela do Canindé, localizada na capital paulista. O livro é formado por 20 diários escritos pela autora entre os anos de 1955 e 1960 e expõe, de maneira crua e real, a desigualdade social que ainda perdura no Brasil.

 

PROCESSO CRIATIVO

“Começamos o trabalho logo no início do ano letivo, mas a suspensão das aulas presenciais fez com que o grupo reavaliasse o projeto e o adaptasse à nova realidade virtual”, explicou o professor de Teatro e Dança, Luan Fernandes. “Foi um grande desafio porque tivemos que reestruturar o roteiro teatral, que seria feito presencialmente, em forma de roteiro cinematográfico. Conversamos muito com os alunos sobre a estruturação básica por meio de modelo e explicações e, como sempre, eles surpreenderam a todos, tamanho profissionalismo e excelência do trabalho realizado”, completou.

 

De acordo com Luan Fernandes, a ideia original era realizar uma peça teatral a partir do livro de Carolina de Jesus. Com a pandemia, o grupo de professores se reuniu e decidiu pela criação da áudio série e de e-book. Para viabilizar o projeto, contaram com o apoio de Hernani Camargo, do Laboratório de Tecnologia da Informação (LTI) do Curso G9.

 

Foi Hernani Camargo quem apresentou ao grupo o aplicativo Anchor que, ao postar nele, automaticamente os áudios seriam encaminhamos para as maiores plataformas como: Spotify, Google Podcasts, Deezer, Breaker e Radio Public.

 

TRABALHO INOVADOR

Para a aluna Lethicia Monteiro, da 2ª série (Turma M22), a áudio série foi “um trabalho inovador e que exigiu muita criatividade” de todos os envolvidos no projeto. “Foi o caminho que tivemos para adaptar o teatro em tempos de pandemia. Para mim, foi muito interessante aprender a elaborar um roteiro, trabalhar com editores de áudio e coordenar o elenco. No final, mesmo com o estresse de ter um prazo muito curto para entregar o projeto, foi uma experiência incrível e que resultou em trabalhos magníficos, dos quais podemos nos orgulhar”, ressaltou.

 

“Adorei fazer parte do projeto. Tenho muita vontade de trabalhar com comunicação, então, desde a produção do roteiro até a finalização das edições, foi uma experiência incrível. Consegui aprender sobre edição e roteiro cinematográfico, que tinha muita curiosidade de saber como era. Pensar nas vozes e escolher o elenco, com certeza, foi a parte mais divertida”, disse Ana Lívia Santos Franqueira, da Turma M22

 

Clara Duarte, também aluna da Turma M22, disse que a experiência de fazer a áudio série “foi bem cansativa, mas nos fez aprender a trabalhar com vários aplicativos que foram necessários para transformar e editar áudios, resultando em um trabalho bem legal e diferente”.

 

Para ouvir a áudio série no Spotify, clique aqui.

 

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25 de novembro de 2020

Ensino Médio cria áudio série sobre livro “Quarto de Despejo”

Investimento é tema de encontro da Oficina de Educação Financeira

Uma palestra sobre investimentos marcou o encerramento das atividades da Oficina de Educação Financeira do Curso G9, no ano letivo 2020. O convidado para o bate-papo virtual com os alunos foi o professor André Luiz Medeiros, que integra o Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Educação Financeira da Universidade Federal de Itajubá (Unifei).

 

“É um tema complexo, que exige muito estudo. Qualquer pessoa pode fazer investimentos, mas precisa de um apoio profissional: o mercado não é para amadores”, explicou o professor. “Fico muito feliz e animado ao saber que vocês, ainda tão jovens, comecem a se preocupar com isso”, completou o professor.

 

Em fevereiro, momentos antes da suspensão das aulas, André Medeiros abordou o tema Educação Financeira.

 

A oficina, formada por alunos das turmas das 1ª e 2ª séries do Ensino Médio, tem a coordenação da professora de Matemática, Francisca Inácia do Amaral Batista. “Esse encontro de final de oficina foi esperado com muita ansiedade pelos alunos, que puderam tirar suas dúvidas e aprender sobre investimentos”, disse.

 

AÇÕES SOLIDÁRIAS

Um dos objetivos práticos da Oficina é servir de apoio à administração financeira da Oficina G9 Social, que promove ações de captação de recursos para auxílio a pessoas em vulnerabilidade social. Nessa perspectiva, a professora Francisca avaliou a caminhada dos alunos da oficina: “foi um grande aprendizado que, em 2021, será aplicado na administração dos recursos captados pelo do G9 Social ou por oficinas que se proponham ao desenvolvimento do empreendedorismo”.

 

Durante o encontro, que aconteceu por meio de uma plataforma do Google for Education, em 19 de novembro, André Medeiros, ao ser indagado sobre como aplicar os recursos captados pelos alunos para ações solidárias, abordou sobre as várias formas de se investir recursos, desde os mais conservadores (como poupança) aos mais arriscados (ações). “Para isso, é preciso planejamento para gastar menos do que se recebe; isso vale para a vida de cada um de vocês ou para qualquer empreendimento”, disse.

 

Questionado, André Medeiros sugeriu aos alunos a abertura de uma conta corrente especial, sem pagamento de taxas, em uma cooperativa de crédito, para aplicação dos recursos financeiros obtidos para ações solidárias. “É possível, dada à finalidade da conta, só é preciso conversar com os gestores da cooperativa”, destacou.

 

APRENDIZAGEM

“A palestra valeu a pena. Conversamos bastante e tiramos todas as nossas dúvidas sobre a importância do planejamento financeiro e precauções para que, no futuro, possamos poupar e investir com mais segurança e conhecimento”, disse a aluna Ana Beatriz Gonçalves, da 1ª série (Turma M11).

 

Para Lívia Castilho Pereira, da 1ª série (Turma M12), o trabalho feito pela professora Francisca Batista, durante o ano, “foi de grande mudança na minha formação, não só como estudante, mas principalmente, como pessoa. Finanças e empreendimento sempre foram assuntos novos para mim”, destacou.

 

“A palestra complementou todo o estudo feito: poder ter a oportunidade de conversar com um especialista da área foi, sem dúvida, uma experiência única. Agradeço muito ao professor André Medeiros por, além de tirar dúvidas teóricas sobre o assunto, ter nos dado conselhos que levaremos para nossa vida”, completou.

 

O aluno Thiago Taets E. Sales (Turma M21) disse que o encontro foi “o combustível que precisávamos para trazermos um sonho para a realidade: o mundo dos investimentos sendo explorado por nós, simples jovens. Dúvidas, teorias, práticas e viagens, tudo isso e um pouco mais nos foi explicado de modo a compreendermos que esta já é uma realidade em nossa vida como estudantes”.

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23 de novembro de 2020

Investimento é tema de encontro da Oficina de Educação Financeira

Reunião com alunos mostra facilidades com a Geekie One

Novos desafios e oportunidades aos alunos do Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Pré-vestibular. A partir de 2021, o principal material utilizado pelos segmentos será o Geekie One, plataforma digital da empresa Geekie, parceira do Curso G9. A novidade foi tema de encontros virtuais, no início de novembro, com o consultor Acainã Azevedo, responsável pela implantação da plataforma no colégio.

 

“A plataforma veio somar ao nosso projeto pedagógico e facilitar o nosso trabalho. Na prática, professores e alunos assumem o protagonismo no processo de aprendizagem, graças ao dinamismo que ela proporciona”, explicou o diretor de Planejamento do Curso G9, professor Giovanni Henrique Faria Floriano.

 

De acordo com o diretor, esses encontros foram importantes para mostrar aos alunos as vantagens e facilidades da Geekie One. A plataforma foi adotada este ano desde a suspensão das aulas presenciais, em março. Também estão sendo realizadas reuniões com os pais de cada segmento para falar sobre as mudanças que virão no ano letivo de 2021.

 

Durante os encontros virtuais, realizados por uma das ferramentas da Google for Education, os alunos se mostram satisfeitos com a Geekie One. “A forma como o conteúdo é apresentado na plataforma é perfeito porque permite compreender a matéria sem ter que ler muitas”, disse Mariana Bressan Pizarro, aluna da 2ª série (Turma M21). “Gostei muito da plataforma porque consegui concentrar meus estudos: exercícios, fórmulas e tarefas tudo num lugar só”, completou Vinicius Ferreira dos Santos, da Turma M22.

 

A plataforma também foi apresentada aos alunos do 5º ano do Ensino Fundamental I que, no próximo ano, estarão no 6º ano do Ensino Fundamental II – que adotará o material da Geekie One. Os alunos do Fundamental II também usarão os materiais da Oxford University Press (Inglês) e da Moderna (Espanhol).

 

GEEKIE ONE

O material da Geekie One reúne mais de 2.500 capítulos centrais ao dia a dia da escola, que podem ser trabalhados de acordo com o planejamento feito pelo professor. Aliado das aulas, em formato mais dinâmico e interativo, o universo digital amplia as possibilidades de aprendizagem por meio de vídeos, imagens, links e animações, além de permitir atualizações e customizações que aproximam o conteúdo da realidade da classe.

 

O acesso à plataforma pode ser feito por dispositivos móveis, mas o Curso G9 irá disponibilizar Chromebook a todos os alunos e professores. “Os Chromebook, outra importante ferramenta para o ensino, serão entregues aos alunos em forma de comodato”, destacou Giovanni Floriano.

 

 

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20 de novembro de 2020

Reunião com alunos mostra facilidades com a Geekie One

Ex-aluna conta história de luta e superação contra a diabetes

Um relato emocionante de superação, com dicas importantes sobre o cuidado com a saúde do corpo e da mente e sobre alimentação saudável. Assim foi o bate-papo virtual da professora Bárbara Melo com os atletas de handebol do Curso G9, durante aula da professora Valência Conti. Ex-aluna do colégio, ela tem diabetes tipo 1, a menos comum, que surge na infância e adolescência.

 

“Descobri a doença com 19 anos, depois de passar mal e ser levada ao hospital. No começo, achei que, após esse episódio, a vida seria normal, poderia me alimentar da mesma forma. Com o tempo, descobri que não era bem assim, que não deveria seria dependente da insulina”, explicou.

 

As complicações vieram, lembra a ex-aluna. “Tive nova crise, um desmaio, que me deixou 45 dias no hospital, boa parte em uma UTI [Unidade de Terapia Intensiva]. Foram três paradas cardíacas, em 15 minutos. Foi um momento muito difícil da minha vida, mas pude contar com o apoio da minha família, do meu noivo e dos meus amigos”, disse. Em decorrência desse mal estar, Bárbara Melo perdeu a fala temporariamente, a memória recente e os rins pararam, o que a obrigou a fazer hemodiálise e transfusão de sangue.

 

“Hoje, já recuperei, embora não totalmente, minha capacidade de falar, mas ainda tenho problemas com a memória recente. Pode ser que, ao final do dia, não me lembre dessa conversa nossa”, destacou. A melhora ocorre porque tem sido acompanhada por nutricionista, neuropsicóloga, nefrologista, fisioterapeuta e endocrinologista.

 

Ela acredita que, brevemente, estará bem melhor e poderá retomar seu sonho, que é ministrar aulas de Educação Física – ela se formou na Universidade de Taubaté (Unitau) no ano passado, e foi receber seu diploma em uma cadeira de rodas. “Tudo isso aconteceu em um momento muito importante da minha, estava super feliz e realizada com a faculdade e com a participação nos times de vôlei, futsal e handebol da Unitau”, contou. Aliás, essas eram as modalidades das quais participava no Curso G9. “Escolhi a Educação Física por influência da professora Valência, que será madrinha do meu casamento”, destacou.

 

“A Bárbara sempre foi uma aluna e uma atleta muito dedicada, muito disciplinada. Tenho certeza de que esse seu histórico ajudou muito na recuperação”, destacou a professora. “As vitórias até aqui traduzem muito a Bárbara, que sempre teve garra e disposição para lutar nas quadras e, agora, para vencer esse momento difícil de sua vida. Torcemos pela sua pronta recuperação”, disse o Giovanni Henrique Faria Floriano, diretor de Planejamento do Curso G9, que participou do encontro virtual. Para Luisa Kallás Pinto, atleta e aluna do colégio, a Bárbara sempre foi “uma guerreira”. “Obrigada por compartilhar sua história com a gente”, disse durante o encontro, em 12 de novembro, que aconteceu por meio de uma plataforma do Google for Education.

 

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18 de novembro de 2020

Ex-aluna conta história de luta e superação contra a diabetes

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