Noite Cultural encerra Gincana 2019

03/08/2019

Música, dança, provas esportivas e recreativas e muito trabalho marcaram a 16ª Edição da Gincana do Curso G9.

Música, dança, provas esportivas e recreativas e muito trabalho marcaram a 16ª Edição da Gincana do Curso G9. As atividades finais aconteceram entre os dias 10 e 12 de julho e contaram com a participação dos alunos de todos os segmentos, que deram o melhor pela sua equipe. 

A Gincana do G9 é dividia em duas equipes, com as principais cores da escola. A Equipe Sinensis é a que usa a cor Laranja, enquanto a Equipe Pactus veste a cor preta. Os alunos são divididos nessas equipes e guiados pelos líderes, eleitos no começo do ano por membros de cada equipe. 

Ao todo, cada equipe conta com dois líderes da 2ª série do Ensino Médio e dois vice-líderes da 1ª série do Ensino Médio. Este ano, os líderes eleitos pelas equipes foram: Pactus – Mariana Costa Lopes Bicheiro (Turma M21), William Rodrigues Lopes (Turma M22), Luisa Kallás Pinto (Turma M11) e Raul Trevisan (Turma M12); Equipe Sinensis – Renan Barbosa Silva (Turma M21), Gabriel Carvalho Rodrigues (Turma M22), Rafael Monti Benac (Turma M11) e Henrique Fernandes dos Santos (Turma M12). 

Provas Esportivas

Para dar início a Gincana 2019, em março, as provas esportivas reuniram os alunos do Ensino Fundamental e Médio, buscando a maior pontuação para sua equipe. Foram diversas provas, como atividades na piscina, jogos de Futebol e Futsal, Vôlei, Handebol, Peteca e Atletismo. 

Provas Relâmpagos

As provas relâmpagos acontecem durante o semestre, aplicadas nos intervalos, sem aviso prévio. Sinensis e Pactus têm que ficar sempre atentos, especialmente os líderes. Essas provas com pequenos desafios, de resolução rápida.

Provas Recreativas

Além das Provas Esportivas, também aconteceram as Provas Recreativas, que são as preferidas dos alunos. Elas acontecem na última semana de aula do primeiro semestre e são compostas pelas mais variadas atividades, como queimada, brincadeiras com balões, campo minado, entre outras. 

Outra atividade que aconteceu na escola foi o “Caça ao Tesouro”, que é dividido em quatro provas, uma para cada segmento. O “Tesourico”, voltado aos alunos da Educação Infantil, contou com várias pistas espalhadas pela escola, que só eram conquistadas pelos alunos se cumprissem a atividade que o professor guardião da pista mandasse. 

A equipe que cumprisse tudo corretamente ganhava uma foto indicando o local da próxima pista, até chegar ao tesouro. A equipe vencedora dessa prova foi a Pactus, que achou o tesouro mais rápido. 

Já o “Tesourinho”, direcionado aos alunos do Ensino Fundamental I, também aconteceu na escola e consistiu em uma atividade parecida com o “Tesourico”. Cada equipe tinha que desvendar as pistas e realizar as atividades que os professores pedissem para conseguirem as próximas pistas e o tesouro. Essa prova teve como equipe campeã a Sinensis. 

Para os alunos do Ensino Fundamental II, aconteceu o “Tesouro”, que é realizado na escola, porém no período noturno e à luz de lanternas. Essa prova já é mais complexa que as outras, pois possui enigmas, mensagens criptografadas e acontece na escola escura, o que dificulta a procura das pistas. Essa prova tem o tempo máximo de três horas e meia, e nenhuma das equipes conseguiu desvendar todas as pistas até o final do tempo estipulado. Com isso, ninguém ficou com o Tesouro e foram contabilizados apenas os pontos por quantidade de pistas encontradas e pela participação da equipe na prova. 

Para encerrar os desafios do “Caça ao Tesouro”, aconteceu o “Tesourão”, que reúne os alunos do Ensino Médio. Essa prova acontece no período noturno e as pistas estão espalhas dentro da escola e em toda região próxima ao Lago da Cidade. O “Tesourão” é a prova mais complexa entre as demais, e exige dos alunos tanto habilidades para decifrar enigmas quanto resistência física para correr. A equipe vencedora dessa prova foi a Sinensis.

Provas Artísticas

Além de todas as provas que acontecem, a Gincana do G9 também busca desenvolver as habilidades artísticas dos alunos. São duas provas principais que acontecem na mesma semana que visam deixar fluir a criatividade das equipes. 

A primeira prova é a Abertura da Gincana, que aconteceu no dia 10 de julho e deu início às provas recreativas. Durante a abertura, cada equipe teve que apresentar aos jurados as seguintes provas: “Discurso do Líder”; “Discurso da Camisa”, explicando os detalhes da confecção das camisetas da equipe; “Grito de Guerra”; e “Desfile de Pelotão”, que requer a participação de no mínimo 80 alunos por equipe. 

Já a prova que encerrou a Gincana de 2019 foi a Noite Cultural, que reuniu pessoas de toda a comunidade escolar para assistir um musical elaborado, em 12 de julho. Durante essa prova, Pactus e Sinensis tiveram que desenvolver uma apresentação artística com o tema “150 anos da criação da Tabela Periódica dos Elementos Químicos”, em forma de musical. 

Ambas as equipes fizeram uma ótima apresentação, na qual cada aluno pode mostrar um pouco de seus talentos na área de dança, música e teatro. 

Ao final da Noite Cultural é apresentado o Placar final da Gincana, que leva em conta todas as provas que aconteceram. Este ano, a equipe vencedora foi a Sinensis, que igualou seu quadro de vitória com a Pactus, estando empatadas em 8 a 8 nesses 16 anos de Gincana no G9. 

Líderes

O papel de líder é algo desafiador para os alunos do Ensino Médio. É uma experiência nova e única para cada um que ocupa esse cargo, desenvolvendo as mais diversas habilidades e competências. Veja abaixo o relato de alguns líderes da Gincana 2019. 

Para o aluno Gabriel Carvalho Rodrigues (Turma M22), líder da equipe Sinensis, “é uma tarefa muito difícil ser líder. Apesar de a gente passar muito estresse, muitas noites sem dormir, no final vale muito a pena isso tudo, porque ver as crianças pulando e torcendo com a gente é uma sensação muito boa”. 

“Foi uma experiência e um aprendizado muito grande. Nunca imaginei que seria desse jeito, achei que fosse bem mais fácil, que não daria tanto trabalho, mas valeu muito a pena todo esforço, dedicação que a gente teve desde o começo. É muito bom ver tudo se realizando do jeito que a gente imaginou e ver o resultado, é corrido, mas vale a pena”, contou a líder da Pactus, Mariana Costa Lopes Bicheiro (Turma M21). 

A líder também prosseguiu em sua análise: “Aprendi muito com isso tudo, aprendi sobre mim mesma, aprendi a lidar com as pessoas, a me organizar melhor; é uma experiência que você não tem dentro de uma sala de aula, é uma experiência que eu vou levar para a vida toda”. 

O outro líder da Pactus, William Rodrigues Lopes (Turma M22), disse que ser líder “é bem cansativo”. “São noites sem dormir, mas quando você vê tudo dando certo, tudo acontecendo, vale muito a pena. Principalmente, depois da abertura que veio muita gente que entende do assunto elogiar nossa apresentação; não há explicação a sensação que passa pelo corpo quando você vê aquele tanto de gente fazendo tudo como planejado, vale todo o estresse e todas as noites sem dormir”, concluiu. 

“No começo eu achava que não ia gostar tanto de ser líder, porque achava que era muita responsabilidade e que eu não ia dar conta, mas quando começou essa semana da gincana, foi uma das coisas mais maravilhosas que aconteceu na minha vida, porque eu desenvolvi tantas habilidades de responsabilidade e liderança que eu não tinha antes”, contou o líder da Sinensis, Renan Barbosa Silva (Turma M21). 

O líder também propôs que houvesse mais provas recreativas, e que fossem mais dias de Gincana com esse tipo de prova, pois são as preferidas e esperadas pelos alunos. “Eu to adorando e eu faria tudo do jeitinho que fiz antes”, completou.

 

 

Fonte: Agência Contexto



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