Você conversa sobre educação financeira com seus filhos?

14/09/2015

Para muitos pais, esse é um assunto difícil de ser abordado e, por isso, é por vezes deixado de lado.

Muitas escolas brasileiras já têm adotado as aulas de finanças como parte da grade escolar das crianças, contando inclusive com material didático e metodologia própria para o tema.

Além da abordagem matemática, também é estudada a parte comportamental, que trabalha as áreas cognitivas, afetivas e sociais, respeitando a faixa etária do aluno. O resultado são jovens mudando positivamente sua forma de enxergar e lidar com o dinheiro, mostrando um consumo consciente.

Mas a educação financeira não pode ficar restrita à escola. É muito importante que haja uma base familiar na construção dos valores da criança. Para muitos pais, esse é um assunto difícil de ser abordado e, por isso, é por vezes deixado de lado. Saiba que existem alguns pontos que podem tornar a conversa mais simples:

  • Antes de tudo, lembre seu filho que ser está acima de ter.
  • Nada surge por acaso. Dinheiro se conquista através de trabalho e dedicação.
  • As crianças devem ter a consciência de que a ausência dos pais durante a jornada de trabalho é uma forma de manter as despesas da casa e que é preciso trabalhar e se esforçar para ganhar dinheiro. Mas lembre-as que o dinheiro é uma entre as diversas satisfações que o trabalho pode representar.
  • É preciso que a criança crie uma noção da diferença entre vontade e necessidade. Nem tudo precisa acontecer necessariamente agora e sem nenhum esforço.
  • Crianças, principalmente as menores, tendem a ser imediatistas. É importante ensiná-las a pensar no futuro, o que as motivará a poupar.
  • Não é aconselhável ensinar uma criança a comprar agora e pagar em parcelas, pois ensinar a poupar é desencorajar atitudes imediatistas e consumistas.
  • Contas e compromissos ainda não são responsabilidades da criança, mas é importante que ela faça parte da rotina financeira dos pais para aprender que existe um orçamento a ser respeitado.
  • A conscientização pode ser feita com conversas mais descontraídas. Por exemplo: mostre a conta de água e explique que é importante economizar. Às vezes a criança não tem consciência de como pode sair caro aquele banho tãããão demorado.
  • Tente comparar valores com coisas que fazem parte do universo das crianças. Quando ela pedir um brinquedo muito caro, compare o custo com o valor de alguma conta. Com o tempo, a criança começa a entender o valor das coisas e aceita negações com mais facilidade.
  • Evite presentes fora de hora. Esse é um hábito que, uma vez adquirido, é difícil de deixar. Ensine que existem datas e ocasiões especiais para aquele sonho de consumo.

Sabemos que cada família tem seu jeito de conversar e ensinar seus filhos, porém, esperamos que essas dicas possam te ajudar!

Já conversou com seus filhos e mantém hábitos financeiros que compartilha com as crianças? Conte para nós como foi a experiência!

Fonte: Blog Bradescar



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